Acabei de descobrir que a personagem de Julie Andrews em O Diário da Princesa se chama Clarisse (isso eu já sabia) Renaldi. É quase o meu nome, Clarisse Rinaldi Salles de Santiago!!!!
Me desculpem todos os ótimos filmes em cartaz no Rio que eu ainda não assisti ( como "História Real", "O Fio da Inocência", "Terra de Ninguém"), mas eu tenho de ver um filme em que a personagem da Julie Andrews (eu adoro "A Noviça Rebelde", admito, sei cantar todas as músicas e sempre revejo!!) tem quase o meu nome!!
E em alguns sites aparece como Clarisse Rinaldi!!! =) =)
Adorei!!!!!
sábado, fevereiro 02, 2002
Bloody brilliant!! And perfect! =)
By Meeki
Take the Test now!
Teste descoberto graças ao blog da Velvet Kitty.
By Meeki
Take the Test now!
Teste descoberto graças ao blog da Velvet Kitty.
Quase Famosos/ Almost Famous
Faz quase um ano que assisti esse filme. Agora me vejo lendo o roteiro (cortesia da Cecília) e é incrível como as cenas aparecem em minha mente. Cenas e emoções, pois Quase Famosos é um filme emocionante! É difícil imaginar que alguém criado no mundo ocidental dos últimos 50 anos, assimilando a cultura pop, o rock, ou mesmo simplesmente alguém que tem um ideal de vida não consiga se emocionar com a história do garoto de 11 anos que encontra o sentido de sua vida (que seria ser jornalista, escrever e viver música, mais especificamente, rock) ao seguir o conselho da irmã e ouvir o album Tommy (a ópera rock do The Who) com uma vela acesa.
Ah, sim! O filme se passa no início dos anos 70. Claro! Quando mais, no século XX, poderia ser contada uma história romântica sobre seguir seus ideais? De alguma forma o mundo era mais inocente e receptivo naquela época. Não era perfeito, mas era mais fácil acreditar que ele poderia vir a ser perfeito. E assistindo "Quase Famosos" você tem certeza disso.
Mas não é só o roteiro que faz dele um dos melhores filmes de 2001. A direção, de Cameron Crowe (assim como o roteiro, que é "ligeiramente" autobiográfico), consegue tirar nostalgia e poesia de cada cena. Não há desperdício no filme, tudo é importante. As cenas de shows parecem transpor para fora da tela a energia de se estar realmente lá. A trilha sonora, bem, veja e ouça o filme! É uma pequena aula sobre rock and roll!
Ao lado de "Velvet Goldmine" este é um filme que retrata uma época, sem ser datado. Fala diretamente ao coração de todos que são capazes de acreditar que música, palavras, imagens são capazes de mudar o curso de uma vida e até da história do mundo. Se para você a vida se resume a trabalho, produção, resultados concretos, talvez você não entenda nada. Mas mesmo assim, dê-se a chance de descobrir a magia contida num show de rock, ou pelo menos num pequeno grande filme sobre rock'n roll, ideais, sonhos e vida.
"It's all happening!"
Faz quase um ano que assisti esse filme. Agora me vejo lendo o roteiro (cortesia da Cecília) e é incrível como as cenas aparecem em minha mente. Cenas e emoções, pois Quase Famosos é um filme emocionante! É difícil imaginar que alguém criado no mundo ocidental dos últimos 50 anos, assimilando a cultura pop, o rock, ou mesmo simplesmente alguém que tem um ideal de vida não consiga se emocionar com a história do garoto de 11 anos que encontra o sentido de sua vida (que seria ser jornalista, escrever e viver música, mais especificamente, rock) ao seguir o conselho da irmã e ouvir o album Tommy (a ópera rock do The Who) com uma vela acesa.
Ah, sim! O filme se passa no início dos anos 70. Claro! Quando mais, no século XX, poderia ser contada uma história romântica sobre seguir seus ideais? De alguma forma o mundo era mais inocente e receptivo naquela época. Não era perfeito, mas era mais fácil acreditar que ele poderia vir a ser perfeito. E assistindo "Quase Famosos" você tem certeza disso.
Mas não é só o roteiro que faz dele um dos melhores filmes de 2001. A direção, de Cameron Crowe (assim como o roteiro, que é "ligeiramente" autobiográfico), consegue tirar nostalgia e poesia de cada cena. Não há desperdício no filme, tudo é importante. As cenas de shows parecem transpor para fora da tela a energia de se estar realmente lá. A trilha sonora, bem, veja e ouça o filme! É uma pequena aula sobre rock and roll!
Ao lado de "Velvet Goldmine" este é um filme que retrata uma época, sem ser datado. Fala diretamente ao coração de todos que são capazes de acreditar que música, palavras, imagens são capazes de mudar o curso de uma vida e até da história do mundo. Se para você a vida se resume a trabalho, produção, resultados concretos, talvez você não entenda nada. Mas mesmo assim, dê-se a chance de descobrir a magia contida num show de rock, ou pelo menos num pequeno grande filme sobre rock'n roll, ideais, sonhos e vida.
"It's all happening!"
sexta-feira, fevereiro 01, 2002
Eu gosto muito mais do livro do que do filme (que é legal) e adorei esse resultado de qualquer jeito! =)

Which John Cusack Are You?
Which John Cusack Are You?
Do Inferno/ From Hell
Eu, infelizmente, ainda não tive a oportunidade de ler a graphic novel de Alan Moore. Provavelmente, devido ao lançamento do filme, isso irá acontecer.
De qualquer forma, conhecendo um pouquinho do universo de "revistinhas de quadrinhos" em geral, foi possível reconhecer o quanto o filme tenta ser fiel à obra original. Pelo menos na fotografia, nos ângulos de camera, cenários, reconstituição de época, enfim, no "clima"criado por ruas londirnas (na verdade Tchecas) esfumaçadas, escuras e frias. E talvez essa seja a maior qualidade de "Do Inferno", aliada às atuações, claro! E à história, ficctícia, sobre quem foi e como teriam sido as investigações da polícia londrina para descobrir quem era o homem que matava prostitutas no fim do século XIX, e ficaria conhecido para sempre como "Jack, o estripador". É uma história que intriga o mundo há mais de um século, revisitada várias vezes, mas ainda um ótimo argumento inicial para um bom suspense.
Os irmãos Hughes fazem um filme no mínimo interessante, e até certo ponto instigante. Começa muito bem, mostrando como a polícia londrina ficou perplexa diante dos assassinatos cometidos por Jack. Pena que perca um pouco da força a partir da metade final, quando o mistério é solucionado. Entretanto, até chegar nesse ponto o filme já se fez valer!
Não só por todo o trabalho de reconstrução que os diretores fizeram, mas também pelas atuações. São ótimos atores em cena, incluindo um Johnny Depp mais que inspirado! Ele está a perfeita encarnação de um anti-herói romântico, um investigador da polícia inglesa, viciado em laúdano e absinto, que tem um poder paranormal que o ajuda a solucionar crimes, mas ainda assim um cavalheiro!
Mas outros atores também têm sua chance de aparecer. Robbie Coltrane mostra que é capaz de ser alguém além do bondoso Hagrid de "Harry Potter". Ian Holm nada tem de Bilbo Bolseiro aqui, e está muito bem. E também a Heather Graham marca sua presença.
Ao fim do filme, ficou uma sensação de que poderia ter sido melhor. Mas sendo o que é, "Do Inferno" já um bom filme!
Eu, infelizmente, ainda não tive a oportunidade de ler a graphic novel de Alan Moore. Provavelmente, devido ao lançamento do filme, isso irá acontecer.
De qualquer forma, conhecendo um pouquinho do universo de "revistinhas de quadrinhos" em geral, foi possível reconhecer o quanto o filme tenta ser fiel à obra original. Pelo menos na fotografia, nos ângulos de camera, cenários, reconstituição de época, enfim, no "clima"criado por ruas londirnas (na verdade Tchecas) esfumaçadas, escuras e frias. E talvez essa seja a maior qualidade de "Do Inferno", aliada às atuações, claro! E à história, ficctícia, sobre quem foi e como teriam sido as investigações da polícia londrina para descobrir quem era o homem que matava prostitutas no fim do século XIX, e ficaria conhecido para sempre como "Jack, o estripador". É uma história que intriga o mundo há mais de um século, revisitada várias vezes, mas ainda um ótimo argumento inicial para um bom suspense.
Os irmãos Hughes fazem um filme no mínimo interessante, e até certo ponto instigante. Começa muito bem, mostrando como a polícia londrina ficou perplexa diante dos assassinatos cometidos por Jack. Pena que perca um pouco da força a partir da metade final, quando o mistério é solucionado. Entretanto, até chegar nesse ponto o filme já se fez valer!
Não só por todo o trabalho de reconstrução que os diretores fizeram, mas também pelas atuações. São ótimos atores em cena, incluindo um Johnny Depp mais que inspirado! Ele está a perfeita encarnação de um anti-herói romântico, um investigador da polícia inglesa, viciado em laúdano e absinto, que tem um poder paranormal que o ajuda a solucionar crimes, mas ainda assim um cavalheiro!
Mas outros atores também têm sua chance de aparecer. Robbie Coltrane mostra que é capaz de ser alguém além do bondoso Hagrid de "Harry Potter". Ian Holm nada tem de Bilbo Bolseiro aqui, e está muito bem. E também a Heather Graham marca sua presença.
Ao fim do filme, ficou uma sensação de que poderia ter sido melhor. Mas sendo o que é, "Do Inferno" já um bom filme!
terça-feira, janeiro 29, 2002
Well, Well...
Depois de ficar pensando (ou pelo menos tentar) sobre política, globalização, poder do povo e afins, acabei de descobrir que sou um Mc Lanche Feliz...
Deprimente, mas tenho de aceitar o que sou... ;-)
I took the McDonalds test, and guess what I got?
You can take the
McDonalds Product Test by Matio64
here!
Depois de ficar pensando (ou pelo menos tentar) sobre política, globalização, poder do povo e afins, acabei de descobrir que sou um Mc Lanche Feliz...
Deprimente, mas tenho de aceitar o que sou... ;-)
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"Além disso, segundo a pesquisa apresentada por Kofi Annan à ONU durante a Assembléia do Milênio, dois terços dos cidadõas do mundo (incluindo os das democracias ocidentais) não se consideram representados por seus governantes. O que dizem os movimentos antiglobalização, portanto, é que essa democracia, embora necessária para a maioria, é insuficiente aqui e agora."
Manuel Castells, tradução de Sergio Molina, in Mais! - Folha de São Paulo, 27/01/2002
Nossa Contituição (a última, de 1988) torna possível, e até mesmo encoraja, através de diversos mecanismos, uma maior participação da população nas decisões dos poderes Legislativo, executivo e até mesmo Judiciário. Isso se dá através da criação de Conselhos, cujos participantes são a prórpia população, que têm poder de fiscalizar e sugerir mudanças nesses Poderes.
Aparentemente, é uma ótima inicativa, e os constituintes estavam certos ao tornar possível tal tipo de controle da população sobre seus representantes. O único problema, ao que me parece, é que isso também se torna mais uma obrigação, um fardo do povo. Se já somos obrigados a escolher nossos representantes do Legislativo e Executivo, se confiamos a essas pessoas o poder de decidir o rumo do país (e portanto, em certo grau, de nossas próprias vidas) provemos a elas salários mais do que condizentes a tal responsabilidade, porque ainda temos de ser intimados a fiscalizar o trabalho que fazem?
O povo brasileiro, na sua maioria, trabalha no mínimo 8 horas por dia para ganhar muito, muito menos que os políticos e ao mesmo tempo são os impostos (diretos e indiretos) que pagam responsáveis pelos altos salários pagos nas esferas do poder. E além de trabalhar para pagar pela representação, além de confiar (quase cegamente) nessa representação, ainda se espera que o povo fiscalize constantemente seus representantes. Porque é pela não fiscalização, por não exercer plenamente seu direito de cidadania que o povo é enganado por políticos corruptos.
Essa é uma forma de entender o problema da corrupção no país. Uma forma canalha que, assim como tem sido feito com a atual epidemia de dengue, joga toda a culpa no povo. É o povo que não se utiliza dos meios de fiscalização que lhe foram dados, é o povo que mantém água parada em casa.
É claro que todos nós temos uma parcela de culpa. O país é o seu povo, manipulado ou não, é o povo que faz o país, não o contrário. Mas não se pode querer exigir demais das pessoas. É demagogia barata esperar que um povo mal instruído (talvez até mal educado), que tem de se virar como pode para conseguir sobreviver com o mínimo resquício de dignidade, ainda encontre tempo para se preocupar com o que os governantes fazem ou deixam de fazer em seu nome. As pessoas realmente acreditam que ao votar estão confiando seu futuro a alguém mais capacitado que elas (e talvez aí resida o porque das constantes derrotas de Lula, o povo quer gente que pareça mais inteligente que ele, não confiamos em nós mesmos!) de forma tal que se os representantes, mais inteligentes, não sabem o que fazer, como essas pessoas "incapacitadas" podem saber?
E assim, a elite dominante continua encontrando formas de fazer o que bem entende, ao mesmo tempo que torna o país mais civilizado e moderno, "para inglês ver".
Não adianta criar leis modernas e justas se o povo não é capaz de entendê-las e utilizá-las...
Uma música para terminar...
Natália
Dado Villa-Lobos / Renato Russo / Marcelo Bonfá
Vamos falar de pesticidas
E de tragédias radioativas
De doenças incuráveis
Vamos falar de sua vida
Preste atenção ao que eles dizem
Ter esperança é hipocrisia
A felicidade é uma mentira
E a mentira é a salvação
Beba desse sangue imundo
E você conseguirá dinheiro
E quando o circo pega fogo
Somos os animais na jaula
Mas você só quer algodão-doce
Não confunda ética com éter
Quando penso em você eu tenho febre
Mas quem sabe um dia eu escrevo
Uma canção pra você
Mas quem sabe um dia eu escrevo
Uma canção pra você
É complicado estar só
Quem está sozinho que o diga
Quando a tristeza é sempre o ponto de partida
Quanto tudo é solidão
É preciso acreditar num novo dia
Na nossa grande geração perdida
Nos meninos e meninas
Nos trevos de quatro folhas
A escuridão ainda é pior que essa luz cinza
Mas estamos vivos ainda
E quem sabe um dia eu escrevo
Uma canção pra você
Quem sabe um dia eu escrevo
Uma canção pra você
Manuel Castells, tradução de Sergio Molina, in Mais! - Folha de São Paulo, 27/01/2002
Nossa Contituição (a última, de 1988) torna possível, e até mesmo encoraja, através de diversos mecanismos, uma maior participação da população nas decisões dos poderes Legislativo, executivo e até mesmo Judiciário. Isso se dá através da criação de Conselhos, cujos participantes são a prórpia população, que têm poder de fiscalizar e sugerir mudanças nesses Poderes.
Aparentemente, é uma ótima inicativa, e os constituintes estavam certos ao tornar possível tal tipo de controle da população sobre seus representantes. O único problema, ao que me parece, é que isso também se torna mais uma obrigação, um fardo do povo. Se já somos obrigados a escolher nossos representantes do Legislativo e Executivo, se confiamos a essas pessoas o poder de decidir o rumo do país (e portanto, em certo grau, de nossas próprias vidas) provemos a elas salários mais do que condizentes a tal responsabilidade, porque ainda temos de ser intimados a fiscalizar o trabalho que fazem?
O povo brasileiro, na sua maioria, trabalha no mínimo 8 horas por dia para ganhar muito, muito menos que os políticos e ao mesmo tempo são os impostos (diretos e indiretos) que pagam responsáveis pelos altos salários pagos nas esferas do poder. E além de trabalhar para pagar pela representação, além de confiar (quase cegamente) nessa representação, ainda se espera que o povo fiscalize constantemente seus representantes. Porque é pela não fiscalização, por não exercer plenamente seu direito de cidadania que o povo é enganado por políticos corruptos.
Essa é uma forma de entender o problema da corrupção no país. Uma forma canalha que, assim como tem sido feito com a atual epidemia de dengue, joga toda a culpa no povo. É o povo que não se utiliza dos meios de fiscalização que lhe foram dados, é o povo que mantém água parada em casa.
É claro que todos nós temos uma parcela de culpa. O país é o seu povo, manipulado ou não, é o povo que faz o país, não o contrário. Mas não se pode querer exigir demais das pessoas. É demagogia barata esperar que um povo mal instruído (talvez até mal educado), que tem de se virar como pode para conseguir sobreviver com o mínimo resquício de dignidade, ainda encontre tempo para se preocupar com o que os governantes fazem ou deixam de fazer em seu nome. As pessoas realmente acreditam que ao votar estão confiando seu futuro a alguém mais capacitado que elas (e talvez aí resida o porque das constantes derrotas de Lula, o povo quer gente que pareça mais inteligente que ele, não confiamos em nós mesmos!) de forma tal que se os representantes, mais inteligentes, não sabem o que fazer, como essas pessoas "incapacitadas" podem saber?
E assim, a elite dominante continua encontrando formas de fazer o que bem entende, ao mesmo tempo que torna o país mais civilizado e moderno, "para inglês ver".
Não adianta criar leis modernas e justas se o povo não é capaz de entendê-las e utilizá-las...
Uma música para terminar...
Natália
Dado Villa-Lobos / Renato Russo / Marcelo Bonfá
Vamos falar de pesticidas
E de tragédias radioativas
De doenças incuráveis
Vamos falar de sua vida
Preste atenção ao que eles dizem
Ter esperança é hipocrisia
A felicidade é uma mentira
E a mentira é a salvação
Beba desse sangue imundo
E você conseguirá dinheiro
E quando o circo pega fogo
Somos os animais na jaula
Mas você só quer algodão-doce
Não confunda ética com éter
Quando penso em você eu tenho febre
Mas quem sabe um dia eu escrevo
Uma canção pra você
Mas quem sabe um dia eu escrevo
Uma canção pra você
É complicado estar só
Quem está sozinho que o diga
Quando a tristeza é sempre o ponto de partida
Quanto tudo é solidão
É preciso acreditar num novo dia
Na nossa grande geração perdida
Nos meninos e meninas
Nos trevos de quatro folhas
A escuridão ainda é pior que essa luz cinza
Mas estamos vivos ainda
E quem sabe um dia eu escrevo
Uma canção pra você
Quem sabe um dia eu escrevo
Uma canção pra você
sábado, janeiro 26, 2002
Hoje fui a um acústico do Casino, na Outside.
Foi muito legal!!!
Descobrir que a banda que você meio que cultua há anos, mesmo sem nunca ter ouvido seu som (a não ser por "Na pista" que achei no audiogalaxy), é exatamente o que você imaginava é uma daquelas coisas que não tem preço.
Ouvir o som do Casino, o vocal maravilhoso da Cecília que tem um quê de Elis, foi como ouvir algo que eu já conhecia, como estar em casa. O fato deles terem um pé na bossa nova deve ter algo a ver com essa sensação, mas não foi só isso...
Depois de hoje eu sei que sempre farei o que puder (e até o que não puder) para estar em todos os shows deles.
E o próximo é dia 8 de fevereiro, no Ballroom!!
Algumas outras coisas legais da tarde de sábado:
Descobrir um lojinha muito boa de rock na zona norte do Rio! Não é preconceito, eu moro na Ilha, é que é difícil mesmo de achar essas coisas por aqui. A Outside vale ser visitada!!
A outra banda que tocou, Sophia, deve ser lagal, pena que o som tava péssimo. Não dava pra ouvir o vocal. E a culpa não foi do espaço, já que o som do Casino foi muito bom. A dupla devia ter passado o som e feito uns ajustes, tipo desistir do vocal...
Comprei um disco (é, vinil!) do Everything But Girl. É o Idlewild. Não é fácil achar coisas antigas deles, e por R$2,00 então, é impossível! Se bem que EBTG vale muito, muito mais!
Foi muito legal!!!
Descobrir que a banda que você meio que cultua há anos, mesmo sem nunca ter ouvido seu som (a não ser por "Na pista" que achei no audiogalaxy), é exatamente o que você imaginava é uma daquelas coisas que não tem preço.
Ouvir o som do Casino, o vocal maravilhoso da Cecília que tem um quê de Elis, foi como ouvir algo que eu já conhecia, como estar em casa. O fato deles terem um pé na bossa nova deve ter algo a ver com essa sensação, mas não foi só isso...
Depois de hoje eu sei que sempre farei o que puder (e até o que não puder) para estar em todos os shows deles.
E o próximo é dia 8 de fevereiro, no Ballroom!!
Algumas outras coisas legais da tarde de sábado:
Descobrir um lojinha muito boa de rock na zona norte do Rio! Não é preconceito, eu moro na Ilha, é que é difícil mesmo de achar essas coisas por aqui. A Outside vale ser visitada!!
A outra banda que tocou, Sophia, deve ser lagal, pena que o som tava péssimo. Não dava pra ouvir o vocal. E a culpa não foi do espaço, já que o som do Casino foi muito bom. A dupla devia ter passado o som e feito uns ajustes, tipo desistir do vocal...
Comprei um disco (é, vinil!) do Everything But Girl. É o Idlewild. Não é fácil achar coisas antigas deles, e por R$2,00 então, é impossível! Se bem que EBTG vale muito, muito mais!
sexta-feira, janeiro 25, 2002
Eu assiti Vanilla Sky. Aí vai meu comentário...
Não é um filme do Cameron Crowe, só é dirigido por ele. E essa é uma informação importante, caso você, como eu, adore o cara.
E é uma ficção cinetífica, sim!!
Então, não vá ao cinema esperando um pequeno, porém comovente e sincero, drama sobre descobrir quem você realmente é, quais são suas paixões e qual é o verdadeiro sentido da sua vida.
Essas questões até aparecem em "Vanilla Sky". Como bem disse o Jaime Biaggio, o Cameron Crowe transforma um filme de encomeda, em um filme dele. Mas não são o tema principal do filme.
Com isso em mente, as chances de se gostar mais do filme são maiores. Porque realmente acho que o problema com as críticas não muito animadas é que a propaganda do filme cria falsas expectativas.
Falsas expectativas de lado, "Vanilla Sky" é um bom filme. Tem um roteiro bom, que só se explica no final (tá, essa história de surpresa já está ficando um pouco comum demais, mas ainda assim, é melhor do que muita coisa que tem aparecido). E não é só surpreendente, tudo que parecia não fazer muito sentido passa a ser entendido no final. Não vou falar mais sobre o roteiro, para não estragar o filme de ninguém.
A direção, bem, já ficou claro que eu adoro o Cameron Crowe, não?? Dito isto, a direção é ótima! Mesmo não estando no seu habitat natural, Crowe faz um bom trabalho, sem deixar de lado suas caracteríticas. A trilha sonora é, como sempre, deliciosa. E surpreende ouvir "novidades"como Björk e Chemical Brothers, no meio dos rocks, que já são marca registrada do diretor. Em algumas seqüencias a música é mais do que simples pano de fundo, ela é um elemento ativo, sem a qual a cena não seria igual. Quem ouve música fazendo a trilha sonora mental da prórpia vida entende como ninguém essas seqüencias do Crowe...
Os atores estão bem. Destaque para Cameron Diaz, não dá nem pra acreditar que um dia achou-se que ela fosse só mais uma modelo fazendo carreira no cinema. A mulher sabe atuar! Penélope Cruz está simpática, mesmo que parecendo ainda um pouco estranha falando inglês. Mas eu particularmente adorei a sua personagem. Tom Cruise é Tom Cruise, trabalha bem mas também não traz nada de novo. O Jason Lee é que rouba cenas quando aparece, só falta ele aparecer mais além dos filmes do Kevin Smith e do Crowe!! Ah! E não devo esquecer do Kurt Russell e do Noah Taylor que também marcam bem suas presenças!
Em fim, "Vanilla Sky" é um bom filme, que vale á pena. Referências ao mundo pop, um roteiro bem bolado, um ótimo diretor que sabe deixar sua marca.
Na verdade o maior problema de "Vanilla Sky" é que ele não é "Quase Famosos"...
Não é um filme do Cameron Crowe, só é dirigido por ele. E essa é uma informação importante, caso você, como eu, adore o cara.
E é uma ficção cinetífica, sim!!
Então, não vá ao cinema esperando um pequeno, porém comovente e sincero, drama sobre descobrir quem você realmente é, quais são suas paixões e qual é o verdadeiro sentido da sua vida.
Essas questões até aparecem em "Vanilla Sky". Como bem disse o Jaime Biaggio, o Cameron Crowe transforma um filme de encomeda, em um filme dele. Mas não são o tema principal do filme.
Com isso em mente, as chances de se gostar mais do filme são maiores. Porque realmente acho que o problema com as críticas não muito animadas é que a propaganda do filme cria falsas expectativas.
Falsas expectativas de lado, "Vanilla Sky" é um bom filme. Tem um roteiro bom, que só se explica no final (tá, essa história de surpresa já está ficando um pouco comum demais, mas ainda assim, é melhor do que muita coisa que tem aparecido). E não é só surpreendente, tudo que parecia não fazer muito sentido passa a ser entendido no final. Não vou falar mais sobre o roteiro, para não estragar o filme de ninguém.
A direção, bem, já ficou claro que eu adoro o Cameron Crowe, não?? Dito isto, a direção é ótima! Mesmo não estando no seu habitat natural, Crowe faz um bom trabalho, sem deixar de lado suas caracteríticas. A trilha sonora é, como sempre, deliciosa. E surpreende ouvir "novidades"como Björk e Chemical Brothers, no meio dos rocks, que já são marca registrada do diretor. Em algumas seqüencias a música é mais do que simples pano de fundo, ela é um elemento ativo, sem a qual a cena não seria igual. Quem ouve música fazendo a trilha sonora mental da prórpia vida entende como ninguém essas seqüencias do Crowe...
Os atores estão bem. Destaque para Cameron Diaz, não dá nem pra acreditar que um dia achou-se que ela fosse só mais uma modelo fazendo carreira no cinema. A mulher sabe atuar! Penélope Cruz está simpática, mesmo que parecendo ainda um pouco estranha falando inglês. Mas eu particularmente adorei a sua personagem. Tom Cruise é Tom Cruise, trabalha bem mas também não traz nada de novo. O Jason Lee é que rouba cenas quando aparece, só falta ele aparecer mais além dos filmes do Kevin Smith e do Crowe!! Ah! E não devo esquecer do Kurt Russell e do Noah Taylor que também marcam bem suas presenças!
Em fim, "Vanilla Sky" é um bom filme, que vale á pena. Referências ao mundo pop, um roteiro bem bolado, um ótimo diretor que sabe deixar sua marca.
Na verdade o maior problema de "Vanilla Sky" é que ele não é "Quase Famosos"...
quinta-feira, janeiro 24, 2002
Which David Lynch character are you most like?
Ah!!! Eu gostei desse!!
A primeira vez o resultado foi o personagem do Bill Pulman em "Lost Highway". E eu já tinha gostado.
Agora, o Jefrey, de "Blue Velvet" (só o meu filme preferido do Lynch, junto com "Duna"), interpretado pelo Kyle MacLachan (o qual, coincidência das coincidências, também é protagonista de "Duna", há um padrão aqui!) !!! E com isso eu ainda tenho uma foto dele aqui!
Eu gostei muito disso... :-)
Porque tem gente que tem medo de mudar, de enfrentar a vida?
Não estou falando do medo inicial que sempre sentimos ao tentar mudar. Isso todos sentem, aquela apreensão inicial, o medo de falhar, a ansiedade. Mas geralmente as pessoas conseguem superar isso, é necessário, para que possamos nos tornar melhores...
Mas tem gente que não consegue. Existem pessoas que não conseguem aceitar que tudo na vida tem fim e tem de mudar, pois só mudando podemos evoliur e talvez assim continuar. Essas pessoas acreditam que frassos são coisas horríveis, escolhas erradas são imutáveis. Não veêm a vida como um caminho, no qual você pode tomar um atalho aparentemente errado e ali na frente achar a saída para continuar por outra estrada.
Veêm a vida como uma batalha, onde você vence ou perde. E só...
É uma visão pobre para algo tão incrível como a vida. Uma visão que limita as chances de felicidade, pois cada fracasso é um pequeno fim do mundo.
Não quero dizer com isso que fracassos não são tristes e marcantes. Mas o mundo não acaba. Fica-se arrasado por um tempo, mas depois volta-se a caminhar. Tendo aprendido muito com o que aconteceu!
Não é uma quetão de ser Pollyana. É lembrar de Fernando Pessoa: "Tudo vale a pena, se a alma não é pequena."
A happy song in the end...
Bright Side of Life
Monty Python
Some things in life are bad,
They can really make you mad,
Other things just make you swear and curse,
When you're chewing your life's gristle
Don't grumble, give a whistle,
And this'll help things turn out for the best,
Always look on the bright side of life.
[whistling]
Always look on the light side of life.
[whistling]
If life seems jolly rotten,
There's something you've forgotten,
And that's to laugh and smile and dance and sing.
When you're feeling in the dumps,
Don't be silly chumps.
Just purse your lips and whistle. That's the thing.
And, always look on the bright side of life.
[whistling]
Always look on the right side of life,
[whistling]
For life is quite absurd
And death's the final word.
You must always face the curtain with a bow.
Forget about your sin.
Give the audience a grin.
Enjoy it. It's your last chance, anyhow.
So, always look on the bright side of death,
[whistling]
Just before you draw your terminal breath.
[whistling]
Life's a piece of shit,
When you look at it.
Life's a laugh and death's a joke. It's true.
You'll see it's all a show.
Keep 'em laughing as you go.
Just remember that the last laugh is on you.
And, always look on the bright side of life.
[whistling]
Always look on the right side of life.
[whistling]
Always look on the bright side of life!
[whistling]
Always look on the bright side of life!
[whistling]
Always look on the bright side of life!
[whistling]
Always look on the bright side of life!
[whistling]
Always look on the bright side of life!
[whistling]
Always look on the bright side of life!
[whistling]
Always look on the bright side of life!
[whistling...
I mean, what do you have to lose
You come from nothing
You go back to nothing
What have you lost, nothing]
Always look on the bright side of life!
[whistling]
Não estou falando do medo inicial que sempre sentimos ao tentar mudar. Isso todos sentem, aquela apreensão inicial, o medo de falhar, a ansiedade. Mas geralmente as pessoas conseguem superar isso, é necessário, para que possamos nos tornar melhores...
Mas tem gente que não consegue. Existem pessoas que não conseguem aceitar que tudo na vida tem fim e tem de mudar, pois só mudando podemos evoliur e talvez assim continuar. Essas pessoas acreditam que frassos são coisas horríveis, escolhas erradas são imutáveis. Não veêm a vida como um caminho, no qual você pode tomar um atalho aparentemente errado e ali na frente achar a saída para continuar por outra estrada.
Veêm a vida como uma batalha, onde você vence ou perde. E só...
É uma visão pobre para algo tão incrível como a vida. Uma visão que limita as chances de felicidade, pois cada fracasso é um pequeno fim do mundo.
Não quero dizer com isso que fracassos não são tristes e marcantes. Mas o mundo não acaba. Fica-se arrasado por um tempo, mas depois volta-se a caminhar. Tendo aprendido muito com o que aconteceu!
Não é uma quetão de ser Pollyana. É lembrar de Fernando Pessoa: "Tudo vale a pena, se a alma não é pequena."
A happy song in the end...
Bright Side of Life
Monty Python
Some things in life are bad,
They can really make you mad,
Other things just make you swear and curse,
When you're chewing your life's gristle
Don't grumble, give a whistle,
And this'll help things turn out for the best,
Always look on the bright side of life.
[whistling]
Always look on the light side of life.
[whistling]
If life seems jolly rotten,
There's something you've forgotten,
And that's to laugh and smile and dance and sing.
When you're feeling in the dumps,
Don't be silly chumps.
Just purse your lips and whistle. That's the thing.
And, always look on the bright side of life.
[whistling]
Always look on the right side of life,
[whistling]
For life is quite absurd
And death's the final word.
You must always face the curtain with a bow.
Forget about your sin.
Give the audience a grin.
Enjoy it. It's your last chance, anyhow.
So, always look on the bright side of death,
[whistling]
Just before you draw your terminal breath.
[whistling]
Life's a piece of shit,
When you look at it.
Life's a laugh and death's a joke. It's true.
You'll see it's all a show.
Keep 'em laughing as you go.
Just remember that the last laugh is on you.
And, always look on the bright side of life.
[whistling]
Always look on the right side of life.
[whistling]
Always look on the bright side of life!
[whistling]
Always look on the bright side of life!
[whistling]
Always look on the bright side of life!
[whistling]
Always look on the bright side of life!
[whistling]
Always look on the bright side of life!
[whistling]
Always look on the bright side of life!
[whistling]
Always look on the bright side of life!
[whistling...
I mean, what do you have to lose
You come from nothing
You go back to nothing
What have you lost, nothing]
Always look on the bright side of life!
[whistling]
Comentários rápidos...
Eu visitei o blog (ou página ou site, repito sempre, não sei classificar essas coisas) do Caio Cesar, enviei um comentário e ele respondeu. As pessoas são tão educadas nesse mundo dos blogs... :-)
Se tem alguém lendo esse meu mosntrinho, eu peço desculpas pela constante mudança do design. Eu estou engatinhando em questão de html e afins, quer dizer, eu não sei nada sobre como montar uma página. Mas estou tentando aprender e fico fazendo "experiências" aqui. Espero que esteja ficando melhor... :-(
Eu visitei o blog (ou página ou site, repito sempre, não sei classificar essas coisas) do Caio Cesar, enviei um comentário e ele respondeu. As pessoas são tão educadas nesse mundo dos blogs... :-)
Se tem alguém lendo esse meu mosntrinho, eu peço desculpas pela constante mudança do design. Eu estou engatinhando em questão de html e afins, quer dizer, eu não sei nada sobre como montar uma página. Mas estou tentando aprender e fico fazendo "experiências" aqui. Espero que esteja ficando melhor... :-(
segunda-feira, janeiro 21, 2002
Ainda não inventaram uma forma de viajar no tempo-espaço (ou pelo menos não me contaram) mas isso não significa que não possamos nos encontrar com a pessoa que um dia fomos ou com a pessoa que um dia seremos.
Às vezes o destino (ou o acaso) coloca em nosso caminho alguém que é o reflexo, se não exato bastante semelhante, do fomos ou de que seremos. O encontro pode ser interessante, se somos capazes de reconhecer o reflexo. Além de interessante pode ser reconfortante se descobrimos que nos tornamos alguém de quem nosso eu passado (personificado na pessoa-reflexo) se orgulha. Significa que estamos no caminho certo de nos tornamos a pessoa que sonhamos ser. E caso não estejamos no caminho certo, o encontro com o reflexo futuro pode ser o alarme de que necessitamos para mudarmos o rumo e acertar o caminho.
O grande problema é reconhecer e aceitar esses encontros...
Às vezes o destino (ou o acaso) coloca em nosso caminho alguém que é o reflexo, se não exato bastante semelhante, do fomos ou de que seremos. O encontro pode ser interessante, se somos capazes de reconhecer o reflexo. Além de interessante pode ser reconfortante se descobrimos que nos tornamos alguém de quem nosso eu passado (personificado na pessoa-reflexo) se orgulha. Significa que estamos no caminho certo de nos tornamos a pessoa que sonhamos ser. E caso não estejamos no caminho certo, o encontro com o reflexo futuro pode ser o alarme de que necessitamos para mudarmos o rumo e acertar o caminho.
O grande problema é reconhecer e aceitar esses encontros...
domingo, janeiro 20, 2002
Amor tem a ver com respeito, com aceitar o outro. Se você quer mudar um monte de coisas na pessoa que julga amar, será que você realmente ama essa pessoa ou o ideal que criou em torno dela? É a velha lenda grega do Pigmaleão, transfomada na ótima peça de Bernard Shaw. E depois no musical "My Fair Lady", que é delicioso, mas engana no final. Na peça (assim como na mitologia) o criador (Professor Henry Higgings) não tem um final feliz com sua criação (Eliza Doolittle). O filme engana exatamente por deixar em aberto que o final feliz do casal acontece. Na edição do texto da peça que li, havia uma explicação ao final, do porque eles não poderiam viver juntos. Sendo a criação de Higgins, Eliza era demasiado parecida com ele, era uma relação que não traria nada de novo a nenhum dos dois.
E relacionamentos existem para que possamos aprender através do contato com o outro! Por isso não existe razão para relacionamento onde só se visa transformar o outro num reflexo de você mesmo.
Essa música dos Paralamas fala disso, de uma forma leve e com uma melodia animada!
Seja Você
Paralamas do Sucesso
Vai sempre ter alguém
Com mais dinheiro, mais respeito
Mais ou menos tudo o que se pode ter
Vai sempre sobrar, faltar
Alguma coisa, somos imperfeitos
E o que falta cega p'ro que já se tem
Eu não te completo
Você não me basta
Mas é lindo o gesto de se oferecer
O que eu quero nem sempre eu preciso
Mas dê um sorriso quando me entender
Seja você
Seja só você
E relacionamentos existem para que possamos aprender através do contato com o outro! Por isso não existe razão para relacionamento onde só se visa transformar o outro num reflexo de você mesmo.
Essa música dos Paralamas fala disso, de uma forma leve e com uma melodia animada!
Seja Você
Paralamas do Sucesso
Vai sempre ter alguém
Com mais dinheiro, mais respeito
Mais ou menos tudo o que se pode ter
Vai sempre sobrar, faltar
Alguma coisa, somos imperfeitos
E o que falta cega p'ro que já se tem
Eu não te completo
Você não me basta
Mas é lindo o gesto de se oferecer
O que eu quero nem sempre eu preciso
Mas dê um sorriso quando me entender
Seja você
Seja só você
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