Inspirada na Cinderela, faço minha homenagem a São Jorge e de quebra a meu falecido avô Altamir que faria aniversário hoje...
Duas músicas que eu adoro!!!
LUA DE SÃO JORGE
Caetano Veloso
Lua de São Jorge, lua deslumbrante
Azul verdejante, cauda de pavão
Lua de São Jorge cheia, branca, inteira
Ó minha bandeira solta na amplidão
Lua de São Jorge, lua brasileira, lua do meu coração
Lua de São Jorge, lua deslumbrante
Azul verdejante, cauda de pavão
Lua de São Jorge, cheia, branca, inteira
Ó minha bandeira solta na amplidão
Lua de São Jorge, lua brasileira, lua do meu coração
Lua de São Jorge, lua maravilha
Mãe, irmã e filha de todo esplendor
Lua de São Jorge brilha nos altares
Brilha nos lugares onde estou e vou
Lua de São Jorge brilha sobre os mares, brilha sobre o meu amor
Lua de São Jorge, lua soberana
Nobre porcelana sobre a seda azul
Lua de São Jorge, lua da alegria
Não se vê um dia claro como tu
Lua de São Jorge serás minha guia no Brasil de Norte a Sul...
JORGE DE CAPADÓCIA
Jorge Ben
jorge sentou praça
na cavalaria
eu estou feliz porque eu também
sou da sua companhia
eu estou vestida com as roupas
e as armas de jorge
para que meus inimigos tenham pés
e não me alcancem
para que meus inimigos tenham mãos
e não me toquem
para que meus inimigos tenham olhos
e não me vejam
e nem mesmo um pensamento
eles possam ter para me fazerem mal
salve jorge
salve o jorge
armas de fogo
meu corpo não alcançarão
facas e espadas se quebrem
sem o meu corpo tocar
cordar e correntes arrebentem
sem o meu corpo amarrar
porque eu estou vestida
com as roupas e as armas de jorge
salve jorge
salve jorge
"eu estou vestida
com as roupas e as armas de jorge
para que meus inimigos
tenham pés e não me alcancem
tenham mãos e não me toquem
tenham olhos e não me vejam
e nem em pensamento possam me fazer mal"
salve jorge
salve jorge
quarta-feira, abril 23, 2003
terça-feira, abril 22, 2003
Não, ainda não é meu aniversário (quinta-feira...), mas hoje pareceu que o inferno astral deu uma trégua. Porque desde quinta passada eu relamente estava me sentido imersa nele. Mas aí hoje eu achei minha carteira de indentidade médica que achava ter perdido (num canto do meu armário, já comentei que sou desorganizada???), teve expediente na enfermeria da UERJ (não sou muito chegada a feriados longos...) e eu ainda fiquei sabendo que um certo alguém não voltou do feriado com namorada (ha!!! passei o feriado inteiro tentando não pensar nisso. E aí hoje eu perguntei na lata pra ele. Se ele não se tocou que estou afim dele, não sei mais o que fazer. Mas acho que ele deve ter se tocado. Agora depende dele, acho que deixei claras minhas intenções, pelo menos o mais claras possíveis sem poder eser explícita, afinal estamos num ambiente de trabalho. Mesmo se não estivéssemos provavelmente eu não seria explícita.).
Nessas horas duvido do inferno astral e acredito mais que sou ciclotímica: simplesmente tenho variações constantes de meus níveis de serotonina, dopamina, noradrenalina e todos os outros neurotransmissores existentes. E com isso acordo bem nuns dias e mal em outros. Se bem que isso é ciência demais, deve haver uma explicação mais filosófica...
Nessas horas duvido do inferno astral e acredito mais que sou ciclotímica: simplesmente tenho variações constantes de meus níveis de serotonina, dopamina, noradrenalina e todos os outros neurotransmissores existentes. E com isso acordo bem nuns dias e mal em outros. Se bem que isso é ciência demais, deve haver uma explicação mais filosófica...
domingo, abril 20, 2003
Contra Campo
Leitura básica de sempre para os que se encantam com o cinema, a Contra Campo está simplesmente essencial este mês. E não só para os cinéfilos. A pauta do mês é uma reflexão sobre o cinema americano e, por extensão, sobre a própria cultura e sociedade americanas. Os artigos estão ótimos. Destaque especial, como sempre, para o melhor crítico de cinema da atualidade (na minha insignificante opinião), o senhor Eduardo Valente!!!
Visitem e leiam!!!
Leitura básica de sempre para os que se encantam com o cinema, a Contra Campo está simplesmente essencial este mês. E não só para os cinéfilos. A pauta do mês é uma reflexão sobre o cinema americano e, por extensão, sobre a própria cultura e sociedade americanas. Os artigos estão ótimos. Destaque especial, como sempre, para o melhor crítico de cinema da atualidade (na minha insignificante opinião), o senhor Eduardo Valente!!!
Visitem e leiam!!!
sexta-feira, abril 18, 2003
Pessimismo...
Os sinais parecem dizer que vai dar certo, que existem chances, relativamente boas, dessa vez. Aí, do nada (para você que não é onisciente), tudo muda e você passa a acreditar na pior das possibilidades como a mais plausível de todas. Claro que isso não precisaria ser o fim, mas você é o tipo de pessoa que desiste fácil...
Também, quem mandou se deixar encantar tanto por uma pessoa no decorrer de um único mês???
Os sinais parecem dizer que vai dar certo, que existem chances, relativamente boas, dessa vez. Aí, do nada (para você que não é onisciente), tudo muda e você passa a acreditar na pior das possibilidades como a mais plausível de todas. Claro que isso não precisaria ser o fim, mas você é o tipo de pessoa que desiste fácil...
Também, quem mandou se deixar encantar tanto por uma pessoa no decorrer de um único mês???
domingo, abril 13, 2003
Porque será ...
Que estou sempre dando festas pra você dentro de mim
É sempre assim ...
Eu enfeito a minha casa com as flores que roubei do seu jardim
São os erros do desejo ...
Você está em tudo que eu vejo
E agora ...
Tudo parece menos real ...
Menos carnaval
Menos Carnaval Belô Veloso
E cá estou eu, mais uma vez, me deixando encantar por um certo alguém. Vou conhecendo-o e me encantando, com as coisas mais bobas e simples. E me vejo dividida não em duas, mas em três. Uma parte de mim teme, como sempre, que nada dê certo e eu acabe mais uma vez platônica e com um coração partido. Outra parte quer acreditar. E a terceira não quer pensar nem no passado nem no futuro, quer apenas aproveitar os pequenos momentos de flerte e encantamento, reais e palpáveis.
Não precisa ser muito inteligente pra saber qual a melhor opção das três. Mas, serei eu inteligente o bastante para fazer a escolha certa??
Que estou sempre dando festas pra você dentro de mim
É sempre assim ...
Eu enfeito a minha casa com as flores que roubei do seu jardim
São os erros do desejo ...
Você está em tudo que eu vejo
E agora ...
Tudo parece menos real ...
Menos carnaval
Menos Carnaval Belô Veloso
E cá estou eu, mais uma vez, me deixando encantar por um certo alguém. Vou conhecendo-o e me encantando, com as coisas mais bobas e simples. E me vejo dividida não em duas, mas em três. Uma parte de mim teme, como sempre, que nada dê certo e eu acabe mais uma vez platônica e com um coração partido. Outra parte quer acreditar. E a terceira não quer pensar nem no passado nem no futuro, quer apenas aproveitar os pequenos momentos de flerte e encantamento, reais e palpáveis.
Não precisa ser muito inteligente pra saber qual a melhor opção das três. Mas, serei eu inteligente o bastante para fazer a escolha certa??
domingo, abril 06, 2003
4 semanas de residência, com a UERJ em greve. Sensação de deja vu, porque eu realmente já vi isso na UFF, principalmente na greve de 2001. Assembléias e mais assembléias em que nada é definido, apenas a continuação de uma greve que já não mobiliza nem a opinião pública, muito menos o governo de dona Rosângela Matheus. Saúde e educação deveriam ter outras formas de protesto e mobilização já que a greve só faz onerar ainda mais a população, que perde mais e mais seu direito de cidadania.
Touro 06/04/2003
A intuição anda mais rápido que a lógica. Contudo, é necessário ter cuidado para não confundi-la com as especulações irritadas da mente, que velozmente fazem parecer que reconhecem a verdade enquanto chafurdam na mentira. Quiroga
Acredito que se fosse capaz de me livrar de toda a minha ansiedade, seria capaz de utilizar essa tal intuição. Uma ou outra vez isso já aconteceu, mas na maior parte das vezes a ansiedade, que por vezes se transforma em medo, quase pânico, atrapalha tudo e meu racionalismo pessimista me faz perder chances no mínimo interessantes.
A intuição anda mais rápido que a lógica. Contudo, é necessário ter cuidado para não confundi-la com as especulações irritadas da mente, que velozmente fazem parecer que reconhecem a verdade enquanto chafurdam na mentira. Quiroga
Acredito que se fosse capaz de me livrar de toda a minha ansiedade, seria capaz de utilizar essa tal intuição. Uma ou outra vez isso já aconteceu, mas na maior parte das vezes a ansiedade, que por vezes se transforma em medo, quase pânico, atrapalha tudo e meu racionalismo pessimista me faz perder chances no mínimo interessantes.
domingo, março 23, 2003
Há uma guerra no planeta Terra. Pensando bem, sempre há guerra no nosso planeta. É exatamente por isso que estou revendo minhas posições pacifistas. Como mostra "Gangues de Nova York", algumas guerras devem ser lutadas, posições devem ser tomadas, a partir do momento que aquilo pelo qual lutamos é algo em que acreditamos. O Contardo Calligaris, da Folha, vive dizendo que precisamos ser menos individualistas, precisamos ter algo pelo qual lutar.
Mas, alguém acredita na guerra contra o Iraque?? Nem os americanos devem acreditar nessa história de "Terror". Eles sabem que é uma guerra econômica e nada mais que isso. Saddam Husseim é um déspota, mas e o que os americanos, ingleses e quem quer que seja tem a ver com isso? A não ser o iraquianos, é claro. Mas o petróleo fica no território deles, e segundo o pensamento imperialista americano, o petróleo não pode ser dos iraquianos. O petróleo é dos americanos, quer dizer "do mundo".
E enquanto isso nós ficamos assistindo as imagens assépticas da guerra. Nada de feridos, nada de sofrimento, nada de humanidade, apenas fumaça no céu. (Meu desejo secreto: que aquela camerazinha que fica no alto do prédio do Ministério da Informação em Bagdá seja destruída o mais rápido possível, não vejo a hora de ver uma bomba cair em cima dela e nos livrar das imagens distantes e sempre iguais da cidade coberta de fumaça).
Pelo menos a Folha mostra imagens da guerra, de verdade. E tem o Sérgio Dávilla, lá em Bagdá, escrevendo sobre o que está vendo. Nada das imagens amadoras de videofone do Marcos Uchôa no Kuwait. Pobre Uchôa fazendo papel de iniciante...
Mas, alguém acredita na guerra contra o Iraque?? Nem os americanos devem acreditar nessa história de "Terror". Eles sabem que é uma guerra econômica e nada mais que isso. Saddam Husseim é um déspota, mas e o que os americanos, ingleses e quem quer que seja tem a ver com isso? A não ser o iraquianos, é claro. Mas o petróleo fica no território deles, e segundo o pensamento imperialista americano, o petróleo não pode ser dos iraquianos. O petróleo é dos americanos, quer dizer "do mundo".
E enquanto isso nós ficamos assistindo as imagens assépticas da guerra. Nada de feridos, nada de sofrimento, nada de humanidade, apenas fumaça no céu. (Meu desejo secreto: que aquela camerazinha que fica no alto do prédio do Ministério da Informação em Bagdá seja destruída o mais rápido possível, não vejo a hora de ver uma bomba cair em cima dela e nos livrar das imagens distantes e sempre iguais da cidade coberta de fumaça).
Pelo menos a Folha mostra imagens da guerra, de verdade. E tem o Sérgio Dávilla, lá em Bagdá, escrevendo sobre o que está vendo. Nada das imagens amadoras de videofone do Marcos Uchôa no Kuwait. Pobre Uchôa fazendo papel de iniciante...
domingo, março 09, 2003
A tensão entre o produtor e o diretor resultou num parto doloroso e num filme mais curto que o previsto. Não importa: encontra-se nas telas de cinema uma obra essencial. "Gangues de Nova York" é muito complexo e é preciso tempo para que ele se decante. Só depois as análises poderão alcançar sua verdadeira medida.
O filme faz História, História das multidões e dos esquecidos, História da violência e da corrupção, História dos antros mais escuros e imundos, dos ódios de raça e de clãs. História que expõe a democracia como simulacro. O filme pega pelo avesso os velhos mitos enérgicos americanos. Opões-se à saga do western e das planícies desejadas (a América, diz o cartaz, nasceu nas ruas), criando uma épica semelhante à dos grandes romances históricos que puseram em cena forças coletivas. Por destacados que sejam os protagonintas, eles terminam incorporando-se nas tramas dos movimentos gerais.
A História dos homens, no entanto, mostra-se, no universo de Scorsese, como o fluxo móvel diante de um fundamento sagrado e eterno. Como Robert Bresson, Scorsese é obcecado pela presença do mal no mundo, pela dificuldade de alcançar o divino, mesmo quando se age em nome dele. Num gesto simbólico, a Bíblia é atirada às águas. Os personagens mostram no corpo as marcas do martírio. Simpáticos ou não, eles se irmanam na mesma dificuldade em chegar à salvação.
Jorge Coli, no caderno Ilustrada da Folha, em 9 de março de 2003.
Assisti "Gangues de Nova York" há duas semanas e desde então penso no filme, em algo para falar e escrever, mas não consigo, exatamente por sentir que qualquer consideração que faça estará muiro abaixo de tudo que o filme representa. Jorge Coli traduziu um pouco dessa sensação. É um grande fime, um épico e ao mesmo tempo um filme atual, como muito poucos conseguem ser. Imperdível...
O filme faz História, História das multidões e dos esquecidos, História da violência e da corrupção, História dos antros mais escuros e imundos, dos ódios de raça e de clãs. História que expõe a democracia como simulacro. O filme pega pelo avesso os velhos mitos enérgicos americanos. Opões-se à saga do western e das planícies desejadas (a América, diz o cartaz, nasceu nas ruas), criando uma épica semelhante à dos grandes romances históricos que puseram em cena forças coletivas. Por destacados que sejam os protagonintas, eles terminam incorporando-se nas tramas dos movimentos gerais.
A História dos homens, no entanto, mostra-se, no universo de Scorsese, como o fluxo móvel diante de um fundamento sagrado e eterno. Como Robert Bresson, Scorsese é obcecado pela presença do mal no mundo, pela dificuldade de alcançar o divino, mesmo quando se age em nome dele. Num gesto simbólico, a Bíblia é atirada às águas. Os personagens mostram no corpo as marcas do martírio. Simpáticos ou não, eles se irmanam na mesma dificuldade em chegar à salvação.
Jorge Coli, no caderno Ilustrada da Folha, em 9 de março de 2003.
Assisti "Gangues de Nova York" há duas semanas e desde então penso no filme, em algo para falar e escrever, mas não consigo, exatamente por sentir que qualquer consideração que faça estará muiro abaixo de tudo que o filme representa. Jorge Coli traduziu um pouco dessa sensação. É um grande fime, um épico e ao mesmo tempo um filme atual, como muito poucos conseguem ser. Imperdível...
Touro 09/03/2003 Reinvente sua vida, crie, o que haveria de mais importante para fazer? Preocupar-se? Buscar prazeres impossíveis? Imaginar mundos inatingíveis? Aqui e agora você poderia reinventar sua vida, se assim o desejar. Quiroga.
terça-feira, março 04, 2003
terça-feira, fevereiro 25, 2003
Touro 25/02/2003 A hora é errada só se você a considerar assim. As coisas acontecem quando acontecem, e as pessoas são livres para decidir o que fazer com elas. A responsabilidade de sua vida não é das circunstâncias, é toda sua. Quiroga, no Quiroga mesmo (mas também no Estadão).
Não houve nenhum acontecimento na minha vida por esses dias (ou pelo menos eu não percebi nada de diferente). Mas se e quando acontecer algo vou tentar me lembrar dessa pervisão. Se bem que eu sempre acreditei que "Quem sabe faz a hora", de forma que nunca existe hora certa ou hora errada. Só que tem uma parte de mim que teima em ver tudo pelo lado pessimista...
Não houve nenhum acontecimento na minha vida por esses dias (ou pelo menos eu não percebi nada de diferente). Mas se e quando acontecer algo vou tentar me lembrar dessa pervisão. Se bem que eu sempre acreditei que "Quem sabe faz a hora", de forma que nunca existe hora certa ou hora errada. Só que tem uma parte de mim que teima em ver tudo pelo lado pessimista...
quarta-feira, fevereiro 19, 2003
Touro 19/02/2003 Os sincronismos que você trata como meras casualidades são, na verdade, sinais perfeitos que sua alma poderia utilizar para evoluir. A vida acontece enquanto você tenta obstinadamente fazer o que parece sensato.
Quiroga, no Estadão, traduzindo John Lennon de forma bastante direta para os taurinos.
Eu sempre tenho medo de estar querendo enxergar sincronismos em fatos que são nada mais que puras coincidências...
Quiroga, no Estadão, traduzindo John Lennon de forma bastante direta para os taurinos.
Eu sempre tenho medo de estar querendo enxergar sincronismos em fatos que são nada mais que puras coincidências...
terça-feira, fevereiro 18, 2003
It's Going to Take Sometime
The Carpenters
It's going to take some time this time
To get myself in shape
I really feel out-of line this time
I really missed the gate
The birds on the telephone line (next time)
Are cryin' out to me (next time)
And I won't be so blind next time
And I'll find some harmony
But it's going to take some time this time
And I can't make demands
But like the young trees in the wintertime
I'll learn how to bend
After all the tears we've spent
How could we make amends
So it's one more round for experience
And I'm on the road again
And it's going to take some time this time
It's going to take some time this time
No matter what I've planned
But like the young trees in the wintertime
I'll learn how to bend
After all the tears we've spent
How could we make amends
So it's one more round for experience
And I'm on the road again
And it's going to take some time this time
Só que já tá levando 3 anos, descontando os anos de amizade, contando só apartir do fatídico momento que eu passei achar que ele era o homem da minha vida. Há 3 anos eu canto essa música... Acho que preciso de tratamento psiquiátrico...
The Carpenters
It's going to take some time this time
To get myself in shape
I really feel out-of line this time
I really missed the gate
The birds on the telephone line (next time)
Are cryin' out to me (next time)
And I won't be so blind next time
And I'll find some harmony
But it's going to take some time this time
And I can't make demands
But like the young trees in the wintertime
I'll learn how to bend
After all the tears we've spent
How could we make amends
So it's one more round for experience
And I'm on the road again
And it's going to take some time this time
It's going to take some time this time
No matter what I've planned
But like the young trees in the wintertime
I'll learn how to bend
After all the tears we've spent
How could we make amends
So it's one more round for experience
And I'm on the road again
And it's going to take some time this time
Só que já tá levando 3 anos, descontando os anos de amizade, contando só apartir do fatídico momento que eu passei achar que ele era o homem da minha vida. Há 3 anos eu canto essa música... Acho que preciso de tratamento psiquiátrico...
segunda-feira, fevereiro 17, 2003
Momento Querido Diário...
Às vezes, muito raramente, eu tenho a impressão que a ignorância é a melhor saída. Que pode-se ser feliz sendo ignorante, que a sabedoria, de qualquer tipo, não só a inteligência mas o conhecimento puro e simples podem complicar a vida. Por que, de que adianta saber algo, se você não pode fazer nada, se não há como mudar a situação. Ou pior, se isso gera desejos e sonhos que não se realizarão, que não têm chances, mas que são mais fortes que a razão e teimam em se esgueirar por sua mente, levando a ansiedade vazia de algo que não vai acontecer.
Em suma: porque ele tinha de me dizer que terminou o namoro???
Às vezes, muito raramente, eu tenho a impressão que a ignorância é a melhor saída. Que pode-se ser feliz sendo ignorante, que a sabedoria, de qualquer tipo, não só a inteligência mas o conhecimento puro e simples podem complicar a vida. Por que, de que adianta saber algo, se você não pode fazer nada, se não há como mudar a situação. Ou pior, se isso gera desejos e sonhos que não se realizarão, que não têm chances, mas que são mais fortes que a razão e teimam em se esgueirar por sua mente, levando a ansiedade vazia de algo que não vai acontecer.
Em suma: porque ele tinha de me dizer que terminou o namoro???
segunda-feira, fevereiro 10, 2003
Raiva subst. fem. Aquilo que se sente ao descobrir no extrato bancário que além de ter pago mais de 100% de juros em menos de 1 ano por uma dívida gerada pelo próprio banco (que cancelou meu cheque especial sem nenhum aviso e por isso fez-se a dívida), a idiota ainda teve de pagar mais de R$ 100,00 em taxas, mais uma vez, sem aviso nenhum.
Eu amo o Banco do Brasil.
Eu amo o Banco do Brasil.
sexta-feira, fevereiro 07, 2003
Filminho que dá susto e um certo medo...
O Chamado
Fui ao cinema assistir "O Chamado" levada pela propaganda e pela curiosidade gerada por esta. Seria esse um filme assim tão aterrorizante ou um simples terror juvenil? Não sabia muito da trama, fiz questão de me manter "no escuro" para poder garantir possíveis surpresas. Sim, eu gosto de tomar sustos, ou então não haveria porque de me interessar por um filme de terror em primeiro lugar.
E, sim, "O Chamado" me surpreendeu. Não por ter provocado sustos, eles até existem mas o filme não se constrói somente sobre eles. A direção de Gore Verbinky cria todo um clima estranho, "sinistro", como se durante todo o tempo você soubesse que há algo errado ali. A fotografia de poucos e escuros tons, a chuva constante, os poucos ambientes e os poucos personagens e a música incidental criam um clima de certa forma intimista apesar de também não nos envolver demais com os personagens. Fica claro que aquele é um filme de terror, um conto de terror e não interessa saber muito sobre os personagens, pois não é um drama. Isso fica ainda mais claro no final, quando por alguns momentos parece que o final não faz sentido exatamente porque os nossos três personagens parecem ter ganho muita importância. Sabemos que falta algo...
Os três personagens principais são uma jovem jornalista, Naomi Watts que neste filme lembra muito Nicole Kidman, seu filho, porque crianças são seres frágeis que nos sensibilizam, além de terem algum sentido mais aguçado que os adultos, e um ex-namorado que trabalha com vídeos. Podemos resumir o filme dizendo que é sobre essas pessoas tentando descobrir porque uma fita de vídeo com imagens toscas e estranhas pode levar as pessoas que a assistem a morrerem 7 dias depois. E o grande porém do filme é exatamente essa explicação, pois o roteiro deixa furos em relação a trama. Algumas coisas são sugeridas logo no início do filme, mas depois não há mais menção a elas e no final a trama toda não faz muito sentido. Não que isso atrapalhe muito o filme durante a sessão, atrapalha mais depois pois faz do filme apenas uma boa diversão. Durante as duas horas dentro do cinema você pode até saber que há pontas soltas, mas se diverte, essa diversão masoquista em que consistem os filmes de terror. Você fica com medo de qualquer forma, um medo de algo desconhecido que se consiste numa fita de vídeo. Não é a ansiedade de tomar logo o próximo susto, é um nervosismo, uma sensação incômoda de querer que algo não aconteça, mesmo não sabendo o que é esse algo. De alguma forma sabemos que essa coisa não é boa e aí está todo o porque do filme ser tão incômodo, o fato de haver algo que não é bom.
Apesar de ter várias cenas que parecem ser referências diretas a grandes filmes do gênero, como "O Iluminado" e "Poltergeist", ao final do filme eu me lembrei de "Sinais" de M. Night Shaymalan, apesar de ter me lembrado antes de "O Sexto Sentido" em função do garotinho. Mas o filme tem mais a ver com "Sinais" pelo clima de medo do desconhecido que cria, pela sensação de essa coisa desconhecida não é boa. Mas em "Sinais" nos envolvemos com os personagens, sabemos que há lago mais a ser contado que um história de terror. Como já disse, esse não é o caso de "O Chamado".
No final, é um filme de terror que cumpre o que promete, mesmo que pecando pelo roteiro. Você sai do cinema alerta a ponto de se assustar com um telefone tocando, com um espelho ou com a água parada em algum canto. Você recebe extamente aquilo pelo qual pagou na entrada do cinema. Só não sabe muito bem se quer voltar para uma próxima sessão, nem se será capaz de alugar o filme quando sair em vídeo... (Por sinal, ele teria funcionado ainda melhor se tivesse sido lançado só em vídeo, com uma campanha do tipo da "A Bruxa de Blair").
O Chamado
Fui ao cinema assistir "O Chamado" levada pela propaganda e pela curiosidade gerada por esta. Seria esse um filme assim tão aterrorizante ou um simples terror juvenil? Não sabia muito da trama, fiz questão de me manter "no escuro" para poder garantir possíveis surpresas. Sim, eu gosto de tomar sustos, ou então não haveria porque de me interessar por um filme de terror em primeiro lugar.
E, sim, "O Chamado" me surpreendeu. Não por ter provocado sustos, eles até existem mas o filme não se constrói somente sobre eles. A direção de Gore Verbinky cria todo um clima estranho, "sinistro", como se durante todo o tempo você soubesse que há algo errado ali. A fotografia de poucos e escuros tons, a chuva constante, os poucos ambientes e os poucos personagens e a música incidental criam um clima de certa forma intimista apesar de também não nos envolver demais com os personagens. Fica claro que aquele é um filme de terror, um conto de terror e não interessa saber muito sobre os personagens, pois não é um drama. Isso fica ainda mais claro no final, quando por alguns momentos parece que o final não faz sentido exatamente porque os nossos três personagens parecem ter ganho muita importância. Sabemos que falta algo...
Os três personagens principais são uma jovem jornalista, Naomi Watts que neste filme lembra muito Nicole Kidman, seu filho, porque crianças são seres frágeis que nos sensibilizam, além de terem algum sentido mais aguçado que os adultos, e um ex-namorado que trabalha com vídeos. Podemos resumir o filme dizendo que é sobre essas pessoas tentando descobrir porque uma fita de vídeo com imagens toscas e estranhas pode levar as pessoas que a assistem a morrerem 7 dias depois. E o grande porém do filme é exatamente essa explicação, pois o roteiro deixa furos em relação a trama. Algumas coisas são sugeridas logo no início do filme, mas depois não há mais menção a elas e no final a trama toda não faz muito sentido. Não que isso atrapalhe muito o filme durante a sessão, atrapalha mais depois pois faz do filme apenas uma boa diversão. Durante as duas horas dentro do cinema você pode até saber que há pontas soltas, mas se diverte, essa diversão masoquista em que consistem os filmes de terror. Você fica com medo de qualquer forma, um medo de algo desconhecido que se consiste numa fita de vídeo. Não é a ansiedade de tomar logo o próximo susto, é um nervosismo, uma sensação incômoda de querer que algo não aconteça, mesmo não sabendo o que é esse algo. De alguma forma sabemos que essa coisa não é boa e aí está todo o porque do filme ser tão incômodo, o fato de haver algo que não é bom.
Apesar de ter várias cenas que parecem ser referências diretas a grandes filmes do gênero, como "O Iluminado" e "Poltergeist", ao final do filme eu me lembrei de "Sinais" de M. Night Shaymalan, apesar de ter me lembrado antes de "O Sexto Sentido" em função do garotinho. Mas o filme tem mais a ver com "Sinais" pelo clima de medo do desconhecido que cria, pela sensação de essa coisa desconhecida não é boa. Mas em "Sinais" nos envolvemos com os personagens, sabemos que há lago mais a ser contado que um história de terror. Como já disse, esse não é o caso de "O Chamado".
No final, é um filme de terror que cumpre o que promete, mesmo que pecando pelo roteiro. Você sai do cinema alerta a ponto de se assustar com um telefone tocando, com um espelho ou com a água parada em algum canto. Você recebe extamente aquilo pelo qual pagou na entrada do cinema. Só não sabe muito bem se quer voltar para uma próxima sessão, nem se será capaz de alugar o filme quando sair em vídeo... (Por sinal, ele teria funcionado ainda melhor se tivesse sido lançado só em vídeo, com uma campanha do tipo da "A Bruxa de Blair").
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