Mensagem do Blogmaster
Consertei as alterações que o Blogger fez quando migrou seu (nada)pseudo-bloguinho, querida... Seus acentos estão de volta.
Pode apagar este aviso... ^,^
magisterX
segunda-feira, junho 30, 2003
quinta-feira, junho 19, 2003
Comentario que fiz no blog da Gika (sem acentos, pois os acentos do meu pc nao funcionam aqui...)
Ontem de manha, na van, eu me peguei pensando em como a vida era mais simples quando tinha 15 anos. Havia o certo e o errado, e nada mais. Eu sempre tentei entender as pessoas que seguiam pelos caminhos "errados", tentatva nao condenar ninguem logo de cara, mas acreditava que o tudo se dividia de forma simples em dois lados. Ai eu cresci e descobri que as vezes, como diz a musica do Skank, existem pelo menos tres lados.
E descubro que me sinto bem quando mando as favas todo o meu bom senso, quando faço coisas sem pensar muito. O problema que se voce e o tipo de pessoa que sempre pensa antes de agir, que têm o tal bom senso parece que as pessoas estao sempre te cobrando isso. Mas as vezes ate as pessoas racionais gostam de correr riscos, de se atrever, de cometer seus pequenos pecados. Como voce disse, Gika, nos tambem temos o direito de aproveitar a vida (Carpe Diem).
Agora, o que fazer quando um fato nao cria problemas para voce, mas para o outro?? Ai voce começa a se cobrar que deveria ter sido mais sensata...
Ontem de manha, na van, eu me peguei pensando em como a vida era mais simples quando tinha 15 anos. Havia o certo e o errado, e nada mais. Eu sempre tentei entender as pessoas que seguiam pelos caminhos "errados", tentatva nao condenar ninguem logo de cara, mas acreditava que o tudo se dividia de forma simples em dois lados. Ai eu cresci e descobri que as vezes, como diz a musica do Skank, existem pelo menos tres lados.
E descubro que me sinto bem quando mando as favas todo o meu bom senso, quando faço coisas sem pensar muito. O problema que se voce e o tipo de pessoa que sempre pensa antes de agir, que têm o tal bom senso parece que as pessoas estao sempre te cobrando isso. Mas as vezes ate as pessoas racionais gostam de correr riscos, de se atrever, de cometer seus pequenos pecados. Como voce disse, Gika, nos tambem temos o direito de aproveitar a vida (Carpe Diem).
Agora, o que fazer quando um fato nao cria problemas para voce, mas para o outro?? Ai voce começa a se cobrar que deveria ter sido mais sensata...
domingo, junho 15, 2003
"...
Considerando a história, verificamos que duas fontes da moral orientaram as sociedades ate hoje: as religiões e a razão. As religiões continuam sendo os nichos de valor privilegiados para a maioria da humanidade. A razão, desde que irrompeu, quase simultaneamente em todas as culturas mundiais, no século 6 a.C., no assim cham,ado tempo do eixo (Karl Jaspers), tentou estatuir códigos éticos universalmente válidos. Esses dois paradigmas não ficam invalidados pela crise atual, mas precisam ser enriquecidos, se quisermos estar à altura das intimidações que nos vêm da realidade hoje globalizada.
A crise cria a oportunidade de irmos às raízes da ética e descermos àquela instância na qual se formam continuamente valores. A ética, para ganhar um mínimo de consenso, deve nascer da base última da existência humana. Esta não reside na razão, como sempre pretendeu o Ocidente. A razão não é o primeiro nem o último momento da existência. Por isso não explica tudo nem abarca tudo. Ela se abre para baixo de onde emerge, de algo mais elementar e ancestral: a afetividade. Abre-se para cima, para o espírito, que é o momento em que a consciência se sente parte de um todo e que culmina na contemplação. Portanto a experiência de base não é "penso, logo existo", mas "sinto, logo existo". Na raiz de tudo não está a razão ("logos"), mas a paixão ("pathos").
David Goleman diria: no fundamento de tudo está a inteligência emocional. Afeto, emoção -numa palavra, paixão- é um sentir profundo. É entrar em comunhão, sem distância, com tudo o que nos cerca. Pela paixão captamos o valor das coisas. E o valor é o caráter precioso dos seres, aquilo que os torna dignos de serem e os faz apetecíveis. Só quando nos apaixonamos vivemos valores. E é por valores que nos movemos e somos.
À deriva dos gregos, chamamos essa paixão de eros, de amor. O mito arcaico diz tudo: "Eros, o deus do amor, ergueu-se para criar a terra. Antes, tudo era silêncio, nu e imóvel. Agora tudo é vida, alegria, movimento". Agora tudo é precioso, tudo tem valor, por causa do amor e da paixão.
Mas a paixão é habitada por um demônio. Deixada por si mesma, pode degenar em formas de gozo destruidor. Todos os valores valem, mas nem todos valem para todas as circunstâncias. A paixão é um caudal fantástico de energia que, como águas de um rio, precisa de margens, de limites e da justa medida para não ser avassaladora. É aqui que entra a função insubstituível da razão. É próprio da razão ver claro e ordenar, disciplinar e definir a direção da paixão.
Eis que surge uma dialética dramática entre paixão e razão. Se a razão reprimir a paixão, triunfa a rigidez, a tirania da ordem e a ética utilitária. Se a paixão dispensar a razão, vigora o delírio das pulsões e a ética hedonista, do puro prazer. Mas, se vigorar a justa medida e a paixão se servir da razão para um auto-desenvolvimento regrado, então emergem as duas forças que sustentam uma ética humanitária: a ternura e o vigor.
A ternura é o cuidado com o outro, o gesto amoroso que protege. O vigor é a contenção sem a dominação, a direção sem a intolerância. Ternura e vigor, ou também "animus" e "anima", contróem uma personalidade integrada, capaz de manter unidas as contradições e se enriquecer com elas.
Aqui se funda uma ética, capaz de incluir a todos na família humana. Essa ética se estrutura ao redor dos valores fundamentais ligados à vida, ao seu cuidado, ao trabalho, às relações cooperativas á cultura da não-violência e da paz. ..."
Como fundar a ética hoje, Leonardo Boffe, Folha de 14 de junho de 2003.
Considerando a história, verificamos que duas fontes da moral orientaram as sociedades ate hoje: as religiões e a razão. As religiões continuam sendo os nichos de valor privilegiados para a maioria da humanidade. A razão, desde que irrompeu, quase simultaneamente em todas as culturas mundiais, no século 6 a.C., no assim cham,ado tempo do eixo (Karl Jaspers), tentou estatuir códigos éticos universalmente válidos. Esses dois paradigmas não ficam invalidados pela crise atual, mas precisam ser enriquecidos, se quisermos estar à altura das intimidações que nos vêm da realidade hoje globalizada.
A crise cria a oportunidade de irmos às raízes da ética e descermos àquela instância na qual se formam continuamente valores. A ética, para ganhar um mínimo de consenso, deve nascer da base última da existência humana. Esta não reside na razão, como sempre pretendeu o Ocidente. A razão não é o primeiro nem o último momento da existência. Por isso não explica tudo nem abarca tudo. Ela se abre para baixo de onde emerge, de algo mais elementar e ancestral: a afetividade. Abre-se para cima, para o espírito, que é o momento em que a consciência se sente parte de um todo e que culmina na contemplação. Portanto a experiência de base não é "penso, logo existo", mas "sinto, logo existo". Na raiz de tudo não está a razão ("logos"), mas a paixão ("pathos").
David Goleman diria: no fundamento de tudo está a inteligência emocional. Afeto, emoção -numa palavra, paixão- é um sentir profundo. É entrar em comunhão, sem distância, com tudo o que nos cerca. Pela paixão captamos o valor das coisas. E o valor é o caráter precioso dos seres, aquilo que os torna dignos de serem e os faz apetecíveis. Só quando nos apaixonamos vivemos valores. E é por valores que nos movemos e somos.
À deriva dos gregos, chamamos essa paixão de eros, de amor. O mito arcaico diz tudo: "Eros, o deus do amor, ergueu-se para criar a terra. Antes, tudo era silêncio, nu e imóvel. Agora tudo é vida, alegria, movimento". Agora tudo é precioso, tudo tem valor, por causa do amor e da paixão.
Mas a paixão é habitada por um demônio. Deixada por si mesma, pode degenar em formas de gozo destruidor. Todos os valores valem, mas nem todos valem para todas as circunstâncias. A paixão é um caudal fantástico de energia que, como águas de um rio, precisa de margens, de limites e da justa medida para não ser avassaladora. É aqui que entra a função insubstituível da razão. É próprio da razão ver claro e ordenar, disciplinar e definir a direção da paixão.
Eis que surge uma dialética dramática entre paixão e razão. Se a razão reprimir a paixão, triunfa a rigidez, a tirania da ordem e a ética utilitária. Se a paixão dispensar a razão, vigora o delírio das pulsões e a ética hedonista, do puro prazer. Mas, se vigorar a justa medida e a paixão se servir da razão para um auto-desenvolvimento regrado, então emergem as duas forças que sustentam uma ética humanitária: a ternura e o vigor.
A ternura é o cuidado com o outro, o gesto amoroso que protege. O vigor é a contenção sem a dominação, a direção sem a intolerância. Ternura e vigor, ou também "animus" e "anima", contróem uma personalidade integrada, capaz de manter unidas as contradições e se enriquecer com elas.
Aqui se funda uma ética, capaz de incluir a todos na família humana. Essa ética se estrutura ao redor dos valores fundamentais ligados à vida, ao seu cuidado, ao trabalho, às relações cooperativas á cultura da não-violência e da paz. ..."
Como fundar a ética hoje, Leonardo Boffe, Folha de 14 de junho de 2003.
A volta, a maldade e a moral
"Quem sabe eu ainda sou uma garotinha
Esperando o ônibus da escola sozinha
Calçada com minhas meias três quartos
Rezando baixo pelos cantos, por ser uma menina ma
..."
Malandragem
Em que consiste a maldade?
Sera a transgressao da moral? Nesse caso, nao ha duvida que sou uma pessoa ma, pois ja desobedeci algumas regras morais ao longo dos meus 24 anos de vida.
Mas as regras morais foram ditadas pelos homens, sao formas de tentar tornar mais f?cil a nossa convivência em sociedade. E quase paradoxal o fato de que para tornar mais facil a convivência elas a tornam mais complicada, ja que vivemos a nos policiar para nao violar as regras ou entao nos culpamos quando o fazemos. O grande problema é que enquanto estamos quebrando as regras tudo parece valer à pena...
Voltando a questao da maldade, esta por vezes parece ser algo desumano. E desta forma o simples desrepeito a regras morais talvez nao faça de ninguém uma pessoa ma, ja que entendemos que é humano violar a maior parte da regras, pode até nao ser bom, mas é humano.
Talvez entao a maldade seja desrespeitar as regras de humanidade, mais do que as regras de convivência. Mas eu nao sei se existem tais regras de humanidade.
Pode a maldade ser a total falta de bondade?
Ou serei eu ma por ter transgredido a moral???
"Quem sabe eu ainda sou uma garotinha
Esperando o ônibus da escola sozinha
Calçada com minhas meias três quartos
Rezando baixo pelos cantos, por ser uma menina ma
..."
Malandragem
Em que consiste a maldade?
Sera a transgressao da moral? Nesse caso, nao ha duvida que sou uma pessoa ma, pois ja desobedeci algumas regras morais ao longo dos meus 24 anos de vida.
Mas as regras morais foram ditadas pelos homens, sao formas de tentar tornar mais f?cil a nossa convivência em sociedade. E quase paradoxal o fato de que para tornar mais facil a convivência elas a tornam mais complicada, ja que vivemos a nos policiar para nao violar as regras ou entao nos culpamos quando o fazemos. O grande problema é que enquanto estamos quebrando as regras tudo parece valer à pena...
Voltando a questao da maldade, esta por vezes parece ser algo desumano. E desta forma o simples desrepeito a regras morais talvez nao faça de ninguém uma pessoa ma, ja que entendemos que é humano violar a maior parte da regras, pode até nao ser bom, mas é humano.
Talvez entao a maldade seja desrespeitar as regras de humanidade, mais do que as regras de convivência. Mas eu nao sei se existem tais regras de humanidade.
Pode a maldade ser a total falta de bondade?
Ou serei eu ma por ter transgredido a moral???
domingo, junho 01, 2003
Utilidade Pública
Sabe os Beatles? Sabe rock and roll?? Sabe música boa?? Sabe show intimista?? Sabe isso tudo junto mais comida boa??? Bom isso tudo pode ser encontrado no Fridays, um restaurante/lanchonete carinho, lá na longíqua Barra da Tijuca, no templo do consumismo que é o New Your Citty center. Mas, como tentei deixar claro no início, o preço dos deliciosos e fartos sanduíches e o fato de ser longe não são um problema porque ir assistir, quer dizer, ouvir (e cantar junto) a banda cover dos lendários Beatles, Túnel do Tempo é um dos melhores programas da semana. Altamente recomendado. Pena que agora eles só voltam lá promeio de junho. Foi meu programão da semana!!!
You think you lost your love
Well I found her yesterday
It's you she's thinking of
And she told me what to say
She said she loves you
And you know that can't be bad
She loves you
And youknow you should be glad
Sabe os Beatles? Sabe rock and roll?? Sabe música boa?? Sabe show intimista?? Sabe isso tudo junto mais comida boa??? Bom isso tudo pode ser encontrado no Fridays, um restaurante/lanchonete carinho, lá na longíqua Barra da Tijuca, no templo do consumismo que é o New Your Citty center. Mas, como tentei deixar claro no início, o preço dos deliciosos e fartos sanduíches e o fato de ser longe não são um problema porque ir assistir, quer dizer, ouvir (e cantar junto) a banda cover dos lendários Beatles, Túnel do Tempo é um dos melhores programas da semana. Altamente recomendado. Pena que agora eles só voltam lá promeio de junho. Foi meu programão da semana!!!
You think you lost your love
Well I found her yesterday
It's you she's thinking of
And she told me what to say
She said she loves you
And you know that can't be bad
She loves you
And youknow you should be glad
Post-desabafo de uma pseudo-blogueira que não escreve...
Depois da pequena tempestade (pequena só porque foram apenas dois meses de ilusão, então não posso elevar os acontecimentos a altos postos, mas, a tristeza que senti nada teve de pequena), estou vivendo a calmaria tácita. Tácita porque a minha leve indiferença é calculada. E de tanto calcular tem hora que eu tropeço. Também, como ser extremamente calculista quando você sabe que uma pessoa chegou apenas por sentir o seu perfume? Note-se que ninguém mais parece perceber o tal perfume como eu. Quem mandou subir tão alto na árvore, sem ter certeza se iria achar laranja boa lá em cima?? Não tinha laranja e eu ainda levei um tombo feio... Da próxima vez tentarei ir com menos sede ao pote, ou então tentarei ter certeza de que há realmente algo dentro do pote...
Depois da pequena tempestade (pequena só porque foram apenas dois meses de ilusão, então não posso elevar os acontecimentos a altos postos, mas, a tristeza que senti nada teve de pequena), estou vivendo a calmaria tácita. Tácita porque a minha leve indiferença é calculada. E de tanto calcular tem hora que eu tropeço. Também, como ser extremamente calculista quando você sabe que uma pessoa chegou apenas por sentir o seu perfume? Note-se que ninguém mais parece perceber o tal perfume como eu. Quem mandou subir tão alto na árvore, sem ter certeza se iria achar laranja boa lá em cima?? Não tinha laranja e eu ainda levei um tombo feio... Da próxima vez tentarei ir com menos sede ao pote, ou então tentarei ter certeza de que há realmente algo dentro do pote...
domingo, maio 11, 2003
Preciso dizer que te amo
Leo jaime
Quando a gente conversa contando casos, besteiras
Tanta coisa em comum, deixando escapar segredos
E eu não sei que hora dizer, me dá um medo, que medo
Eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo, tanto
E até o tempo passa arrastado só pra eu ficar ao teu lado
Você me chora dores de outro amor, se abre, e acaba comigo
E nessa novela eu não quero ser teu amigo, que amigo
Que eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo, tanto
E até o tempo passa arrastado só pra eu ficar ao teu lado
Você me chora dores de outro amor, se abre, e acaba comigo
E nessa novela eu não quero ser teu amigo, que amigo
Que eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo, tanto
Eu não estou "amando", mas, sem dúvida essa música se encaixa perfeitamente. Sempre se encaixou. E o que mais desejo é poder trocar o meu repertório de músicas...
Someday...
Leo jaime
Quando a gente conversa contando casos, besteiras
Tanta coisa em comum, deixando escapar segredos
E eu não sei que hora dizer, me dá um medo, que medo
Eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo, tanto
E até o tempo passa arrastado só pra eu ficar ao teu lado
Você me chora dores de outro amor, se abre, e acaba comigo
E nessa novela eu não quero ser teu amigo, que amigo
Que eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo, tanto
E até o tempo passa arrastado só pra eu ficar ao teu lado
Você me chora dores de outro amor, se abre, e acaba comigo
E nessa novela eu não quero ser teu amigo, que amigo
Que eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo, tanto
Eu não estou "amando", mas, sem dúvida essa música se encaixa perfeitamente. Sempre se encaixou. E o que mais desejo é poder trocar o meu repertório de músicas...
Someday...
I'll say goodbye to love....
Touro 11/05/2003
Escolha a autenticidade, mesmo que num primeiro momento essa prática resulte em distúrbios. Essa condição, apesar de desconfortável, é um bom primeiro passo, e também sua contribuição para desintegrar a ilusão. Quiroga
A vida é para ser divertida. Problemas invariavelmente existirão, ficaremos tristes, choraremos, mas nesses casos também aprendemos alguma coisa para saber usar depois.
Eu realmente acredito nisso. E por isso mesmo estou descobrindo que tenho dificuldade para aprender algumas coisas. Na verdade uma coisa em especial: como fazer das paixões algo divertido. Porque isso é algo que não consigo. Mais uma vez me vejo chorando por alguém e, sinceramente, eu já não aguento mais isso.
Devo estar fazendo algo de errado, só que eu não consigo detectar onde está o erro. Acho que não são os homens, já me apaixonei por caras razoavelmente bastante diferentes uns dos outros. Talvez esteja almejando mais do que posso querer e acabo escolhendo, inconscientemente, homens mais bonitos, mais inteligentes, melhores do que eu. Talvez eu tenha que baixar meu nível (que eu não percebo como tão alto assim) e aceitar os caras que se interessam por mim, os quais, geralmente, eu não acho interessantes.
Essa deve ser a única solução. Porque, sinceramente, não aguento mais chorar por homens, não aguento mais fazer papel de boba (porque toda apaixonada é meio, bastante, boba), simplesmente não aguento mais não ser correspondida, não aguento mais viver de ilusões....
Touro 11/05/2003
Escolha a autenticidade, mesmo que num primeiro momento essa prática resulte em distúrbios. Essa condição, apesar de desconfortável, é um bom primeiro passo, e também sua contribuição para desintegrar a ilusão. Quiroga
A vida é para ser divertida. Problemas invariavelmente existirão, ficaremos tristes, choraremos, mas nesses casos também aprendemos alguma coisa para saber usar depois.
Eu realmente acredito nisso. E por isso mesmo estou descobrindo que tenho dificuldade para aprender algumas coisas. Na verdade uma coisa em especial: como fazer das paixões algo divertido. Porque isso é algo que não consigo. Mais uma vez me vejo chorando por alguém e, sinceramente, eu já não aguento mais isso.
Devo estar fazendo algo de errado, só que eu não consigo detectar onde está o erro. Acho que não são os homens, já me apaixonei por caras razoavelmente bastante diferentes uns dos outros. Talvez esteja almejando mais do que posso querer e acabo escolhendo, inconscientemente, homens mais bonitos, mais inteligentes, melhores do que eu. Talvez eu tenha que baixar meu nível (que eu não percebo como tão alto assim) e aceitar os caras que se interessam por mim, os quais, geralmente, eu não acho interessantes.
Essa deve ser a única solução. Porque, sinceramente, não aguento mais chorar por homens, não aguento mais fazer papel de boba (porque toda apaixonada é meio, bastante, boba), simplesmente não aguento mais não ser correspondida, não aguento mais viver de ilusões....
quarta-feira, abril 23, 2003
Inspirada na Cinderela, faço minha homenagem a São Jorge e de quebra a meu falecido avô Altamir que faria aniversário hoje...
Duas músicas que eu adoro!!!
LUA DE SÃO JORGE
Caetano Veloso
Lua de São Jorge, lua deslumbrante
Azul verdejante, cauda de pavão
Lua de São Jorge cheia, branca, inteira
Ó minha bandeira solta na amplidão
Lua de São Jorge, lua brasileira, lua do meu coração
Lua de São Jorge, lua deslumbrante
Azul verdejante, cauda de pavão
Lua de São Jorge, cheia, branca, inteira
Ó minha bandeira solta na amplidão
Lua de São Jorge, lua brasileira, lua do meu coração
Lua de São Jorge, lua maravilha
Mãe, irmã e filha de todo esplendor
Lua de São Jorge brilha nos altares
Brilha nos lugares onde estou e vou
Lua de São Jorge brilha sobre os mares, brilha sobre o meu amor
Lua de São Jorge, lua soberana
Nobre porcelana sobre a seda azul
Lua de São Jorge, lua da alegria
Não se vê um dia claro como tu
Lua de São Jorge serás minha guia no Brasil de Norte a Sul...
JORGE DE CAPADÓCIA
Jorge Ben
jorge sentou praça
na cavalaria
eu estou feliz porque eu também
sou da sua companhia
eu estou vestida com as roupas
e as armas de jorge
para que meus inimigos tenham pés
e não me alcancem
para que meus inimigos tenham mãos
e não me toquem
para que meus inimigos tenham olhos
e não me vejam
e nem mesmo um pensamento
eles possam ter para me fazerem mal
salve jorge
salve o jorge
armas de fogo
meu corpo não alcançarão
facas e espadas se quebrem
sem o meu corpo tocar
cordar e correntes arrebentem
sem o meu corpo amarrar
porque eu estou vestida
com as roupas e as armas de jorge
salve jorge
salve jorge
"eu estou vestida
com as roupas e as armas de jorge
para que meus inimigos
tenham pés e não me alcancem
tenham mãos e não me toquem
tenham olhos e não me vejam
e nem em pensamento possam me fazer mal"
salve jorge
salve jorge
Duas músicas que eu adoro!!!
LUA DE SÃO JORGE
Caetano Veloso
Lua de São Jorge, lua deslumbrante
Azul verdejante, cauda de pavão
Lua de São Jorge cheia, branca, inteira
Ó minha bandeira solta na amplidão
Lua de São Jorge, lua brasileira, lua do meu coração
Lua de São Jorge, lua deslumbrante
Azul verdejante, cauda de pavão
Lua de São Jorge, cheia, branca, inteira
Ó minha bandeira solta na amplidão
Lua de São Jorge, lua brasileira, lua do meu coração
Lua de São Jorge, lua maravilha
Mãe, irmã e filha de todo esplendor
Lua de São Jorge brilha nos altares
Brilha nos lugares onde estou e vou
Lua de São Jorge brilha sobre os mares, brilha sobre o meu amor
Lua de São Jorge, lua soberana
Nobre porcelana sobre a seda azul
Lua de São Jorge, lua da alegria
Não se vê um dia claro como tu
Lua de São Jorge serás minha guia no Brasil de Norte a Sul...
JORGE DE CAPADÓCIA
Jorge Ben
jorge sentou praça
na cavalaria
eu estou feliz porque eu também
sou da sua companhia
eu estou vestida com as roupas
e as armas de jorge
para que meus inimigos tenham pés
e não me alcancem
para que meus inimigos tenham mãos
e não me toquem
para que meus inimigos tenham olhos
e não me vejam
e nem mesmo um pensamento
eles possam ter para me fazerem mal
salve jorge
salve o jorge
armas de fogo
meu corpo não alcançarão
facas e espadas se quebrem
sem o meu corpo tocar
cordar e correntes arrebentem
sem o meu corpo amarrar
porque eu estou vestida
com as roupas e as armas de jorge
salve jorge
salve jorge
"eu estou vestida
com as roupas e as armas de jorge
para que meus inimigos
tenham pés e não me alcancem
tenham mãos e não me toquem
tenham olhos e não me vejam
e nem em pensamento possam me fazer mal"
salve jorge
salve jorge
terça-feira, abril 22, 2003
Não, ainda não é meu aniversário (quinta-feira...), mas hoje pareceu que o inferno astral deu uma trégua. Porque desde quinta passada eu relamente estava me sentido imersa nele. Mas aí hoje eu achei minha carteira de indentidade médica que achava ter perdido (num canto do meu armário, já comentei que sou desorganizada???), teve expediente na enfermeria da UERJ (não sou muito chegada a feriados longos...) e eu ainda fiquei sabendo que um certo alguém não voltou do feriado com namorada (ha!!! passei o feriado inteiro tentando não pensar nisso. E aí hoje eu perguntei na lata pra ele. Se ele não se tocou que estou afim dele, não sei mais o que fazer. Mas acho que ele deve ter se tocado. Agora depende dele, acho que deixei claras minhas intenções, pelo menos o mais claras possíveis sem poder eser explícita, afinal estamos num ambiente de trabalho. Mesmo se não estivéssemos provavelmente eu não seria explícita.).
Nessas horas duvido do inferno astral e acredito mais que sou ciclotímica: simplesmente tenho variações constantes de meus níveis de serotonina, dopamina, noradrenalina e todos os outros neurotransmissores existentes. E com isso acordo bem nuns dias e mal em outros. Se bem que isso é ciência demais, deve haver uma explicação mais filosófica...
Nessas horas duvido do inferno astral e acredito mais que sou ciclotímica: simplesmente tenho variações constantes de meus níveis de serotonina, dopamina, noradrenalina e todos os outros neurotransmissores existentes. E com isso acordo bem nuns dias e mal em outros. Se bem que isso é ciência demais, deve haver uma explicação mais filosófica...
domingo, abril 20, 2003
Contra Campo
Leitura básica de sempre para os que se encantam com o cinema, a Contra Campo está simplesmente essencial este mês. E não só para os cinéfilos. A pauta do mês é uma reflexão sobre o cinema americano e, por extensão, sobre a própria cultura e sociedade americanas. Os artigos estão ótimos. Destaque especial, como sempre, para o melhor crítico de cinema da atualidade (na minha insignificante opinião), o senhor Eduardo Valente!!!
Visitem e leiam!!!
Leitura básica de sempre para os que se encantam com o cinema, a Contra Campo está simplesmente essencial este mês. E não só para os cinéfilos. A pauta do mês é uma reflexão sobre o cinema americano e, por extensão, sobre a própria cultura e sociedade americanas. Os artigos estão ótimos. Destaque especial, como sempre, para o melhor crítico de cinema da atualidade (na minha insignificante opinião), o senhor Eduardo Valente!!!
Visitem e leiam!!!
sexta-feira, abril 18, 2003
Pessimismo...
Os sinais parecem dizer que vai dar certo, que existem chances, relativamente boas, dessa vez. Aí, do nada (para você que não é onisciente), tudo muda e você passa a acreditar na pior das possibilidades como a mais plausível de todas. Claro que isso não precisaria ser o fim, mas você é o tipo de pessoa que desiste fácil...
Também, quem mandou se deixar encantar tanto por uma pessoa no decorrer de um único mês???
Os sinais parecem dizer que vai dar certo, que existem chances, relativamente boas, dessa vez. Aí, do nada (para você que não é onisciente), tudo muda e você passa a acreditar na pior das possibilidades como a mais plausível de todas. Claro que isso não precisaria ser o fim, mas você é o tipo de pessoa que desiste fácil...
Também, quem mandou se deixar encantar tanto por uma pessoa no decorrer de um único mês???
domingo, abril 13, 2003
Porque será ...
Que estou sempre dando festas pra você dentro de mim
É sempre assim ...
Eu enfeito a minha casa com as flores que roubei do seu jardim
São os erros do desejo ...
Você está em tudo que eu vejo
E agora ...
Tudo parece menos real ...
Menos carnaval
Menos Carnaval Belô Veloso
E cá estou eu, mais uma vez, me deixando encantar por um certo alguém. Vou conhecendo-o e me encantando, com as coisas mais bobas e simples. E me vejo dividida não em duas, mas em três. Uma parte de mim teme, como sempre, que nada dê certo e eu acabe mais uma vez platônica e com um coração partido. Outra parte quer acreditar. E a terceira não quer pensar nem no passado nem no futuro, quer apenas aproveitar os pequenos momentos de flerte e encantamento, reais e palpáveis.
Não precisa ser muito inteligente pra saber qual a melhor opção das três. Mas, serei eu inteligente o bastante para fazer a escolha certa??
Que estou sempre dando festas pra você dentro de mim
É sempre assim ...
Eu enfeito a minha casa com as flores que roubei do seu jardim
São os erros do desejo ...
Você está em tudo que eu vejo
E agora ...
Tudo parece menos real ...
Menos carnaval
Menos Carnaval Belô Veloso
E cá estou eu, mais uma vez, me deixando encantar por um certo alguém. Vou conhecendo-o e me encantando, com as coisas mais bobas e simples. E me vejo dividida não em duas, mas em três. Uma parte de mim teme, como sempre, que nada dê certo e eu acabe mais uma vez platônica e com um coração partido. Outra parte quer acreditar. E a terceira não quer pensar nem no passado nem no futuro, quer apenas aproveitar os pequenos momentos de flerte e encantamento, reais e palpáveis.
Não precisa ser muito inteligente pra saber qual a melhor opção das três. Mas, serei eu inteligente o bastante para fazer a escolha certa??
domingo, abril 06, 2003
4 semanas de residência, com a UERJ em greve. Sensação de deja vu, porque eu realmente já vi isso na UFF, principalmente na greve de 2001. Assembléias e mais assembléias em que nada é definido, apenas a continuação de uma greve que já não mobiliza nem a opinião pública, muito menos o governo de dona Rosângela Matheus. Saúde e educação deveriam ter outras formas de protesto e mobilização já que a greve só faz onerar ainda mais a população, que perde mais e mais seu direito de cidadania.
Touro 06/04/2003
A intuição anda mais rápido que a lógica. Contudo, é necessário ter cuidado para não confundi-la com as especulações irritadas da mente, que velozmente fazem parecer que reconhecem a verdade enquanto chafurdam na mentira. Quiroga
Acredito que se fosse capaz de me livrar de toda a minha ansiedade, seria capaz de utilizar essa tal intuição. Uma ou outra vez isso já aconteceu, mas na maior parte das vezes a ansiedade, que por vezes se transforma em medo, quase pânico, atrapalha tudo e meu racionalismo pessimista me faz perder chances no mínimo interessantes.
A intuição anda mais rápido que a lógica. Contudo, é necessário ter cuidado para não confundi-la com as especulações irritadas da mente, que velozmente fazem parecer que reconhecem a verdade enquanto chafurdam na mentira. Quiroga
Acredito que se fosse capaz de me livrar de toda a minha ansiedade, seria capaz de utilizar essa tal intuição. Uma ou outra vez isso já aconteceu, mas na maior parte das vezes a ansiedade, que por vezes se transforma em medo, quase pânico, atrapalha tudo e meu racionalismo pessimista me faz perder chances no mínimo interessantes.
domingo, março 23, 2003
Há uma guerra no planeta Terra. Pensando bem, sempre há guerra no nosso planeta. É exatamente por isso que estou revendo minhas posições pacifistas. Como mostra "Gangues de Nova York", algumas guerras devem ser lutadas, posições devem ser tomadas, a partir do momento que aquilo pelo qual lutamos é algo em que acreditamos. O Contardo Calligaris, da Folha, vive dizendo que precisamos ser menos individualistas, precisamos ter algo pelo qual lutar.
Mas, alguém acredita na guerra contra o Iraque?? Nem os americanos devem acreditar nessa história de "Terror". Eles sabem que é uma guerra econômica e nada mais que isso. Saddam Husseim é um déspota, mas e o que os americanos, ingleses e quem quer que seja tem a ver com isso? A não ser o iraquianos, é claro. Mas o petróleo fica no território deles, e segundo o pensamento imperialista americano, o petróleo não pode ser dos iraquianos. O petróleo é dos americanos, quer dizer "do mundo".
E enquanto isso nós ficamos assistindo as imagens assépticas da guerra. Nada de feridos, nada de sofrimento, nada de humanidade, apenas fumaça no céu. (Meu desejo secreto: que aquela camerazinha que fica no alto do prédio do Ministério da Informação em Bagdá seja destruída o mais rápido possível, não vejo a hora de ver uma bomba cair em cima dela e nos livrar das imagens distantes e sempre iguais da cidade coberta de fumaça).
Pelo menos a Folha mostra imagens da guerra, de verdade. E tem o Sérgio Dávilla, lá em Bagdá, escrevendo sobre o que está vendo. Nada das imagens amadoras de videofone do Marcos Uchôa no Kuwait. Pobre Uchôa fazendo papel de iniciante...
Mas, alguém acredita na guerra contra o Iraque?? Nem os americanos devem acreditar nessa história de "Terror". Eles sabem que é uma guerra econômica e nada mais que isso. Saddam Husseim é um déspota, mas e o que os americanos, ingleses e quem quer que seja tem a ver com isso? A não ser o iraquianos, é claro. Mas o petróleo fica no território deles, e segundo o pensamento imperialista americano, o petróleo não pode ser dos iraquianos. O petróleo é dos americanos, quer dizer "do mundo".
E enquanto isso nós ficamos assistindo as imagens assépticas da guerra. Nada de feridos, nada de sofrimento, nada de humanidade, apenas fumaça no céu. (Meu desejo secreto: que aquela camerazinha que fica no alto do prédio do Ministério da Informação em Bagdá seja destruída o mais rápido possível, não vejo a hora de ver uma bomba cair em cima dela e nos livrar das imagens distantes e sempre iguais da cidade coberta de fumaça).
Pelo menos a Folha mostra imagens da guerra, de verdade. E tem o Sérgio Dávilla, lá em Bagdá, escrevendo sobre o que está vendo. Nada das imagens amadoras de videofone do Marcos Uchôa no Kuwait. Pobre Uchôa fazendo papel de iniciante...
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