Lendo agora o último post do Fred, surgiu uma dúvida: ainda existe Mirabel??
Onde está nosso mítico waffer da merenda escolar??
Eu lembro de uma versão "muderna", com embalagem um pouco mais fácil de abrir, que não nos obrigava a quebrar os primeiros biscoitos, mas que também não tinha o mesmo charme. Essa é minha última lembrança do biscoito.
Alguém tem mais notícias??
Vou começar uma busca, quando achar o Mirabel, aviso aqui!!
sábado, outubro 11, 2003
Quarta-feira embarco para Goiânia, a cidade do césio 137. Congresso Brasileiro de Psiquiatria, meu primeiro congresso. Cursos, mesas-redondas, novidades ou um "carnaval para (pseudo)intelectuais psiquiatras", como disse um professor (o psudo é adendo meu!)? Descobrirei em breve. Se não voltar radiante talvez volte radioativa. Trocadilho idiota...
O Festival do Rio está acabando (ainda há repescagem, até quinta, no Odeon). Apenas 4 filmes assistidos, o mesmo sentimento de sempre, de adorar aquele mundo de salas escuras, imagens que contam histórias, retratam vidas, nos fazem sentr e pensar. E o sentimento de querer fazer parte desse mundo. Quem sabe um dia ainda estudo Cinema...
domingo, setembro 21, 2003
"Nobody said it was easy"
The Scientist
Coldplay
Não sou fã, mas comecei a prestar atenção no Coldplay quando descobri que eles usavam praticamente a mesma frase que um amigo meu e usamos para definir a vida: "Ninguém disse que ia ser fácil".
Será plágio???
Se for, é deles, pois nós já falamos isso desde 1997.
De vez em quando todo mundo tem vontade de voltar ao início...
"I'm going back to the start"
The Scientist
Coldplay
Não sou fã, mas comecei a prestar atenção no Coldplay quando descobri que eles usavam praticamente a mesma frase que um amigo meu e usamos para definir a vida: "Ninguém disse que ia ser fácil".
Será plágio???
Se for, é deles, pois nós já falamos isso desde 1997.
De vez em quando todo mundo tem vontade de voltar ao início...
"I'm going back to the start"
domingo, setembro 07, 2003
Voltei a ficar um tempo sem pc... E o bichinho ainda tá mal, funcionando só porque tá sem um dos HDs...
Mas vamos indo, pelo menos voltei a poder acessar a internet, só não tenho meus arquivos pessoais...
Ontem comemorei 1 ano de formada, na festa de formatura de uns amigos. Ainda tive a notícia do noivado de um casal de grandes amigos, e inda por cima vou ser madrinha!! Não é um casal qualquer, é só um dos poucos que ainda me fazem acreditar que é possível achar uma pessoa com a qual se quer e se pode passar o resto da vida juntos. Com problemas, invariavelmente, mas dividindo tudo juntos.
Não é Eduardo e Monica, mas Raphael e Eliana.
Já dizia Renato Russo:
"Enquanto a vida vai e vem
Você procura achar alguém
Que um dia possa te dizer
Quero ficar só com você"
E eu ainda acredito que é possível achar...
Mas vamos indo, pelo menos voltei a poder acessar a internet, só não tenho meus arquivos pessoais...
Ontem comemorei 1 ano de formada, na festa de formatura de uns amigos. Ainda tive a notícia do noivado de um casal de grandes amigos, e inda por cima vou ser madrinha!! Não é um casal qualquer, é só um dos poucos que ainda me fazem acreditar que é possível achar uma pessoa com a qual se quer e se pode passar o resto da vida juntos. Com problemas, invariavelmente, mas dividindo tudo juntos.
Não é Eduardo e Monica, mas Raphael e Eliana.
Já dizia Renato Russo:
"Enquanto a vida vai e vem
Você procura achar alguém
Que um dia possa te dizer
Quero ficar só com você"
E eu ainda acredito que é possível achar...
sábado, agosto 02, 2003
"Sei que a tua solidão me dói
E que é difícil ser feliz
Mais do que somos todos nós"
Eles começaram tirando a sorte grande com um grande sucesso. Depois não se venderam a fórmulas fáceis, de comercial de "fanta laranja", e continuaram fazendo o som que queriam, chegando a um belíssimo terceiro álbum e a um show empolgante e emocionante. Emocionante porque me surpreendi ao ver um Canecão lotado de pessoas que sabiam cantar todas as músicas de uma banda que ainda pode ser considarada nova e que, como já disse, não tem sucessos fáceis (com execeção daquele primeiro grande hit). Enfim, foi lindo o show do Los Hermanos, com quase todas as músicas do último álbum e algumas dos anteriores. Terminou deixando todos querendo mais, se perguntando porque apenas dois dias de apresentação se ficou provado que eles têm(e muito) público no Rio, e também que Marcelo Camelo, Rodrigo Amarante, Bruno Medina, Rodrigo Barba e banda funcionam perfeitamente em shows, mesmo os arranjos mais rebuscados do cd, que ficam mais crus e básicos no show não perdem a graça e a beleza. Fico esperando a volta, o próximo trabalho deles e enquanto isso ouvindo os cds...
"E a banda diz:
Assim é que se faz!"
E que é difícil ser feliz
Mais do que somos todos nós"
Eles começaram tirando a sorte grande com um grande sucesso. Depois não se venderam a fórmulas fáceis, de comercial de "fanta laranja", e continuaram fazendo o som que queriam, chegando a um belíssimo terceiro álbum e a um show empolgante e emocionante. Emocionante porque me surpreendi ao ver um Canecão lotado de pessoas que sabiam cantar todas as músicas de uma banda que ainda pode ser considarada nova e que, como já disse, não tem sucessos fáceis (com execeção daquele primeiro grande hit). Enfim, foi lindo o show do Los Hermanos, com quase todas as músicas do último álbum e algumas dos anteriores. Terminou deixando todos querendo mais, se perguntando porque apenas dois dias de apresentação se ficou provado que eles têm(e muito) público no Rio, e também que Marcelo Camelo, Rodrigo Amarante, Bruno Medina, Rodrigo Barba e banda funcionam perfeitamente em shows, mesmo os arranjos mais rebuscados do cd, que ficam mais crus e básicos no show não perdem a graça e a beleza. Fico esperando a volta, o próximo trabalho deles e enquanto isso ouvindo os cds...
"E a banda diz:
Assim é que se faz!"
domingo, julho 20, 2003
Ainda da série Concertos... falando de preconceitos a serem quebrados, eu quebrei um, o meu com Raul Seixas. Graças aos sarais musicais da enfermaria de psiquiatria do Hospital Universitário Pedro Ernesto, que ocorrem todas as sextas, a partir das 18:00h, violões a cargo dos meus amigos Máximo e Babão, também conhecidos como Dr. Edson e Dr. Abel. Suas interpretações dos clássicos (e das desconhecidas) de Raulzito me fizeram descobrir que o que eu tinha era puro preconceito e que as músicas são sensacionais. Aguardem um cd da dupla, com coro dos pacientes e das doutoras Clarisse e Alejandra, também produtoras!!!
Da série Concertos para a Juventude.... cd que não sai do meu cdplayer desde domingo passado (quando foi comprado), o Ventura, novo trabalho do Los Hermanos. Já falei ano passado, quando do segundo cd, Bloco do eu sozinho, e volto a repetir: nada de Ana Júlia!! (e eu nada tenho contra essa música!! Mas muitos criaram um preconceito com o grupo em função desse primeiro trabalho). Rock, samba, mpb, arranjos e melodias surpreendentes, letras que lembram Chico Buarque, entre outras coisas, é isso que você encontra neste cd. Ah! também tristeza, porque muitas das canções são tristes, mas você nem percebe pois são sobre as tristezas belas do nosso viver. Parece que eles vão estar no Canecão dia 31 desse mês, e eu vou estar lá também!!
"E eu que já não sou assim, muito de ganhar
Junto as mãos ao meu redor
E faço o melhor que sou capaz
Só pra viver em paz"
"E eu que já não sou assim, muito de ganhar
Junto as mãos ao meu redor
E faço o melhor que sou capaz
Só pra viver em paz"
Marcelo, agradecimento muito atrasado (novidade, né???) por ter consertado o problema dos acentos. Já disse que esse trocinho aqui talvez nem existisse se não fosse pelo magisterX???
segunda-feira, junho 30, 2003
Mensagem do Blogmaster
Consertei as alterações que o Blogger fez quando migrou seu (nada)pseudo-bloguinho, querida... Seus acentos estão de volta.
Pode apagar este aviso... ^,^
magisterX
Consertei as alterações que o Blogger fez quando migrou seu (nada)pseudo-bloguinho, querida... Seus acentos estão de volta.
Pode apagar este aviso... ^,^
magisterX
quinta-feira, junho 19, 2003
Comentario que fiz no blog da Gika (sem acentos, pois os acentos do meu pc nao funcionam aqui...)
Ontem de manha, na van, eu me peguei pensando em como a vida era mais simples quando tinha 15 anos. Havia o certo e o errado, e nada mais. Eu sempre tentei entender as pessoas que seguiam pelos caminhos "errados", tentatva nao condenar ninguem logo de cara, mas acreditava que o tudo se dividia de forma simples em dois lados. Ai eu cresci e descobri que as vezes, como diz a musica do Skank, existem pelo menos tres lados.
E descubro que me sinto bem quando mando as favas todo o meu bom senso, quando faço coisas sem pensar muito. O problema que se voce e o tipo de pessoa que sempre pensa antes de agir, que têm o tal bom senso parece que as pessoas estao sempre te cobrando isso. Mas as vezes ate as pessoas racionais gostam de correr riscos, de se atrever, de cometer seus pequenos pecados. Como voce disse, Gika, nos tambem temos o direito de aproveitar a vida (Carpe Diem).
Agora, o que fazer quando um fato nao cria problemas para voce, mas para o outro?? Ai voce começa a se cobrar que deveria ter sido mais sensata...
Ontem de manha, na van, eu me peguei pensando em como a vida era mais simples quando tinha 15 anos. Havia o certo e o errado, e nada mais. Eu sempre tentei entender as pessoas que seguiam pelos caminhos "errados", tentatva nao condenar ninguem logo de cara, mas acreditava que o tudo se dividia de forma simples em dois lados. Ai eu cresci e descobri que as vezes, como diz a musica do Skank, existem pelo menos tres lados.
E descubro que me sinto bem quando mando as favas todo o meu bom senso, quando faço coisas sem pensar muito. O problema que se voce e o tipo de pessoa que sempre pensa antes de agir, que têm o tal bom senso parece que as pessoas estao sempre te cobrando isso. Mas as vezes ate as pessoas racionais gostam de correr riscos, de se atrever, de cometer seus pequenos pecados. Como voce disse, Gika, nos tambem temos o direito de aproveitar a vida (Carpe Diem).
Agora, o que fazer quando um fato nao cria problemas para voce, mas para o outro?? Ai voce começa a se cobrar que deveria ter sido mais sensata...
domingo, junho 15, 2003
"...
Considerando a história, verificamos que duas fontes da moral orientaram as sociedades ate hoje: as religiões e a razão. As religiões continuam sendo os nichos de valor privilegiados para a maioria da humanidade. A razão, desde que irrompeu, quase simultaneamente em todas as culturas mundiais, no século 6 a.C., no assim cham,ado tempo do eixo (Karl Jaspers), tentou estatuir códigos éticos universalmente válidos. Esses dois paradigmas não ficam invalidados pela crise atual, mas precisam ser enriquecidos, se quisermos estar à altura das intimidações que nos vêm da realidade hoje globalizada.
A crise cria a oportunidade de irmos às raízes da ética e descermos àquela instância na qual se formam continuamente valores. A ética, para ganhar um mínimo de consenso, deve nascer da base última da existência humana. Esta não reside na razão, como sempre pretendeu o Ocidente. A razão não é o primeiro nem o último momento da existência. Por isso não explica tudo nem abarca tudo. Ela se abre para baixo de onde emerge, de algo mais elementar e ancestral: a afetividade. Abre-se para cima, para o espírito, que é o momento em que a consciência se sente parte de um todo e que culmina na contemplação. Portanto a experiência de base não é "penso, logo existo", mas "sinto, logo existo". Na raiz de tudo não está a razão ("logos"), mas a paixão ("pathos").
David Goleman diria: no fundamento de tudo está a inteligência emocional. Afeto, emoção -numa palavra, paixão- é um sentir profundo. É entrar em comunhão, sem distância, com tudo o que nos cerca. Pela paixão captamos o valor das coisas. E o valor é o caráter precioso dos seres, aquilo que os torna dignos de serem e os faz apetecíveis. Só quando nos apaixonamos vivemos valores. E é por valores que nos movemos e somos.
À deriva dos gregos, chamamos essa paixão de eros, de amor. O mito arcaico diz tudo: "Eros, o deus do amor, ergueu-se para criar a terra. Antes, tudo era silêncio, nu e imóvel. Agora tudo é vida, alegria, movimento". Agora tudo é precioso, tudo tem valor, por causa do amor e da paixão.
Mas a paixão é habitada por um demônio. Deixada por si mesma, pode degenar em formas de gozo destruidor. Todos os valores valem, mas nem todos valem para todas as circunstâncias. A paixão é um caudal fantástico de energia que, como águas de um rio, precisa de margens, de limites e da justa medida para não ser avassaladora. É aqui que entra a função insubstituível da razão. É próprio da razão ver claro e ordenar, disciplinar e definir a direção da paixão.
Eis que surge uma dialética dramática entre paixão e razão. Se a razão reprimir a paixão, triunfa a rigidez, a tirania da ordem e a ética utilitária. Se a paixão dispensar a razão, vigora o delírio das pulsões e a ética hedonista, do puro prazer. Mas, se vigorar a justa medida e a paixão se servir da razão para um auto-desenvolvimento regrado, então emergem as duas forças que sustentam uma ética humanitária: a ternura e o vigor.
A ternura é o cuidado com o outro, o gesto amoroso que protege. O vigor é a contenção sem a dominação, a direção sem a intolerância. Ternura e vigor, ou também "animus" e "anima", contróem uma personalidade integrada, capaz de manter unidas as contradições e se enriquecer com elas.
Aqui se funda uma ética, capaz de incluir a todos na família humana. Essa ética se estrutura ao redor dos valores fundamentais ligados à vida, ao seu cuidado, ao trabalho, às relações cooperativas á cultura da não-violência e da paz. ..."
Como fundar a ética hoje, Leonardo Boffe, Folha de 14 de junho de 2003.
Considerando a história, verificamos que duas fontes da moral orientaram as sociedades ate hoje: as religiões e a razão. As religiões continuam sendo os nichos de valor privilegiados para a maioria da humanidade. A razão, desde que irrompeu, quase simultaneamente em todas as culturas mundiais, no século 6 a.C., no assim cham,ado tempo do eixo (Karl Jaspers), tentou estatuir códigos éticos universalmente válidos. Esses dois paradigmas não ficam invalidados pela crise atual, mas precisam ser enriquecidos, se quisermos estar à altura das intimidações que nos vêm da realidade hoje globalizada.
A crise cria a oportunidade de irmos às raízes da ética e descermos àquela instância na qual se formam continuamente valores. A ética, para ganhar um mínimo de consenso, deve nascer da base última da existência humana. Esta não reside na razão, como sempre pretendeu o Ocidente. A razão não é o primeiro nem o último momento da existência. Por isso não explica tudo nem abarca tudo. Ela se abre para baixo de onde emerge, de algo mais elementar e ancestral: a afetividade. Abre-se para cima, para o espírito, que é o momento em que a consciência se sente parte de um todo e que culmina na contemplação. Portanto a experiência de base não é "penso, logo existo", mas "sinto, logo existo". Na raiz de tudo não está a razão ("logos"), mas a paixão ("pathos").
David Goleman diria: no fundamento de tudo está a inteligência emocional. Afeto, emoção -numa palavra, paixão- é um sentir profundo. É entrar em comunhão, sem distância, com tudo o que nos cerca. Pela paixão captamos o valor das coisas. E o valor é o caráter precioso dos seres, aquilo que os torna dignos de serem e os faz apetecíveis. Só quando nos apaixonamos vivemos valores. E é por valores que nos movemos e somos.
À deriva dos gregos, chamamos essa paixão de eros, de amor. O mito arcaico diz tudo: "Eros, o deus do amor, ergueu-se para criar a terra. Antes, tudo era silêncio, nu e imóvel. Agora tudo é vida, alegria, movimento". Agora tudo é precioso, tudo tem valor, por causa do amor e da paixão.
Mas a paixão é habitada por um demônio. Deixada por si mesma, pode degenar em formas de gozo destruidor. Todos os valores valem, mas nem todos valem para todas as circunstâncias. A paixão é um caudal fantástico de energia que, como águas de um rio, precisa de margens, de limites e da justa medida para não ser avassaladora. É aqui que entra a função insubstituível da razão. É próprio da razão ver claro e ordenar, disciplinar e definir a direção da paixão.
Eis que surge uma dialética dramática entre paixão e razão. Se a razão reprimir a paixão, triunfa a rigidez, a tirania da ordem e a ética utilitária. Se a paixão dispensar a razão, vigora o delírio das pulsões e a ética hedonista, do puro prazer. Mas, se vigorar a justa medida e a paixão se servir da razão para um auto-desenvolvimento regrado, então emergem as duas forças que sustentam uma ética humanitária: a ternura e o vigor.
A ternura é o cuidado com o outro, o gesto amoroso que protege. O vigor é a contenção sem a dominação, a direção sem a intolerância. Ternura e vigor, ou também "animus" e "anima", contróem uma personalidade integrada, capaz de manter unidas as contradições e se enriquecer com elas.
Aqui se funda uma ética, capaz de incluir a todos na família humana. Essa ética se estrutura ao redor dos valores fundamentais ligados à vida, ao seu cuidado, ao trabalho, às relações cooperativas á cultura da não-violência e da paz. ..."
Como fundar a ética hoje, Leonardo Boffe, Folha de 14 de junho de 2003.
A volta, a maldade e a moral
"Quem sabe eu ainda sou uma garotinha
Esperando o ônibus da escola sozinha
Calçada com minhas meias três quartos
Rezando baixo pelos cantos, por ser uma menina ma
..."
Malandragem
Em que consiste a maldade?
Sera a transgressao da moral? Nesse caso, nao ha duvida que sou uma pessoa ma, pois ja desobedeci algumas regras morais ao longo dos meus 24 anos de vida.
Mas as regras morais foram ditadas pelos homens, sao formas de tentar tornar mais f?cil a nossa convivência em sociedade. E quase paradoxal o fato de que para tornar mais facil a convivência elas a tornam mais complicada, ja que vivemos a nos policiar para nao violar as regras ou entao nos culpamos quando o fazemos. O grande problema é que enquanto estamos quebrando as regras tudo parece valer à pena...
Voltando a questao da maldade, esta por vezes parece ser algo desumano. E desta forma o simples desrepeito a regras morais talvez nao faça de ninguém uma pessoa ma, ja que entendemos que é humano violar a maior parte da regras, pode até nao ser bom, mas é humano.
Talvez entao a maldade seja desrespeitar as regras de humanidade, mais do que as regras de convivência. Mas eu nao sei se existem tais regras de humanidade.
Pode a maldade ser a total falta de bondade?
Ou serei eu ma por ter transgredido a moral???
"Quem sabe eu ainda sou uma garotinha
Esperando o ônibus da escola sozinha
Calçada com minhas meias três quartos
Rezando baixo pelos cantos, por ser uma menina ma
..."
Malandragem
Em que consiste a maldade?
Sera a transgressao da moral? Nesse caso, nao ha duvida que sou uma pessoa ma, pois ja desobedeci algumas regras morais ao longo dos meus 24 anos de vida.
Mas as regras morais foram ditadas pelos homens, sao formas de tentar tornar mais f?cil a nossa convivência em sociedade. E quase paradoxal o fato de que para tornar mais facil a convivência elas a tornam mais complicada, ja que vivemos a nos policiar para nao violar as regras ou entao nos culpamos quando o fazemos. O grande problema é que enquanto estamos quebrando as regras tudo parece valer à pena...
Voltando a questao da maldade, esta por vezes parece ser algo desumano. E desta forma o simples desrepeito a regras morais talvez nao faça de ninguém uma pessoa ma, ja que entendemos que é humano violar a maior parte da regras, pode até nao ser bom, mas é humano.
Talvez entao a maldade seja desrespeitar as regras de humanidade, mais do que as regras de convivência. Mas eu nao sei se existem tais regras de humanidade.
Pode a maldade ser a total falta de bondade?
Ou serei eu ma por ter transgredido a moral???
domingo, junho 01, 2003
Utilidade Pública
Sabe os Beatles? Sabe rock and roll?? Sabe música boa?? Sabe show intimista?? Sabe isso tudo junto mais comida boa??? Bom isso tudo pode ser encontrado no Fridays, um restaurante/lanchonete carinho, lá na longíqua Barra da Tijuca, no templo do consumismo que é o New Your Citty center. Mas, como tentei deixar claro no início, o preço dos deliciosos e fartos sanduíches e o fato de ser longe não são um problema porque ir assistir, quer dizer, ouvir (e cantar junto) a banda cover dos lendários Beatles, Túnel do Tempo é um dos melhores programas da semana. Altamente recomendado. Pena que agora eles só voltam lá promeio de junho. Foi meu programão da semana!!!
You think you lost your love
Well I found her yesterday
It's you she's thinking of
And she told me what to say
She said she loves you
And you know that can't be bad
She loves you
And youknow you should be glad
Sabe os Beatles? Sabe rock and roll?? Sabe música boa?? Sabe show intimista?? Sabe isso tudo junto mais comida boa??? Bom isso tudo pode ser encontrado no Fridays, um restaurante/lanchonete carinho, lá na longíqua Barra da Tijuca, no templo do consumismo que é o New Your Citty center. Mas, como tentei deixar claro no início, o preço dos deliciosos e fartos sanduíches e o fato de ser longe não são um problema porque ir assistir, quer dizer, ouvir (e cantar junto) a banda cover dos lendários Beatles, Túnel do Tempo é um dos melhores programas da semana. Altamente recomendado. Pena que agora eles só voltam lá promeio de junho. Foi meu programão da semana!!!
You think you lost your love
Well I found her yesterday
It's you she's thinking of
And she told me what to say
She said she loves you
And you know that can't be bad
She loves you
And youknow you should be glad
Post-desabafo de uma pseudo-blogueira que não escreve...
Depois da pequena tempestade (pequena só porque foram apenas dois meses de ilusão, então não posso elevar os acontecimentos a altos postos, mas, a tristeza que senti nada teve de pequena), estou vivendo a calmaria tácita. Tácita porque a minha leve indiferença é calculada. E de tanto calcular tem hora que eu tropeço. Também, como ser extremamente calculista quando você sabe que uma pessoa chegou apenas por sentir o seu perfume? Note-se que ninguém mais parece perceber o tal perfume como eu. Quem mandou subir tão alto na árvore, sem ter certeza se iria achar laranja boa lá em cima?? Não tinha laranja e eu ainda levei um tombo feio... Da próxima vez tentarei ir com menos sede ao pote, ou então tentarei ter certeza de que há realmente algo dentro do pote...
Depois da pequena tempestade (pequena só porque foram apenas dois meses de ilusão, então não posso elevar os acontecimentos a altos postos, mas, a tristeza que senti nada teve de pequena), estou vivendo a calmaria tácita. Tácita porque a minha leve indiferença é calculada. E de tanto calcular tem hora que eu tropeço. Também, como ser extremamente calculista quando você sabe que uma pessoa chegou apenas por sentir o seu perfume? Note-se que ninguém mais parece perceber o tal perfume como eu. Quem mandou subir tão alto na árvore, sem ter certeza se iria achar laranja boa lá em cima?? Não tinha laranja e eu ainda levei um tombo feio... Da próxima vez tentarei ir com menos sede ao pote, ou então tentarei ter certeza de que há realmente algo dentro do pote...
domingo, maio 11, 2003
Preciso dizer que te amo
Leo jaime
Quando a gente conversa contando casos, besteiras
Tanta coisa em comum, deixando escapar segredos
E eu não sei que hora dizer, me dá um medo, que medo
Eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo, tanto
E até o tempo passa arrastado só pra eu ficar ao teu lado
Você me chora dores de outro amor, se abre, e acaba comigo
E nessa novela eu não quero ser teu amigo, que amigo
Que eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo, tanto
E até o tempo passa arrastado só pra eu ficar ao teu lado
Você me chora dores de outro amor, se abre, e acaba comigo
E nessa novela eu não quero ser teu amigo, que amigo
Que eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo, tanto
Eu não estou "amando", mas, sem dúvida essa música se encaixa perfeitamente. Sempre se encaixou. E o que mais desejo é poder trocar o meu repertório de músicas...
Someday...
Leo jaime
Quando a gente conversa contando casos, besteiras
Tanta coisa em comum, deixando escapar segredos
E eu não sei que hora dizer, me dá um medo, que medo
Eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo, tanto
E até o tempo passa arrastado só pra eu ficar ao teu lado
Você me chora dores de outro amor, se abre, e acaba comigo
E nessa novela eu não quero ser teu amigo, que amigo
Que eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo, tanto
E até o tempo passa arrastado só pra eu ficar ao teu lado
Você me chora dores de outro amor, se abre, e acaba comigo
E nessa novela eu não quero ser teu amigo, que amigo
Que eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que te amo, tanto
Eu não estou "amando", mas, sem dúvida essa música se encaixa perfeitamente. Sempre se encaixou. E o que mais desejo é poder trocar o meu repertório de músicas...
Someday...
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